Como abrir uma loja virtual, 5 dicas para você!

Na era digital, as pessoas cada vez procuram mais conforto e comodidade ao adquirir novas mercadorias. Afinal, é muito mais fácil comprar o que você deseja no conforto do seu sofá do que precisar pegar trânsito e gastar horas comparando preços em shoppings e centro comerciais. Nesse contexto, muitos empreendedores estão percebendo que é uma boa oportunidade abrir loja virtual.

Entre as vantagens do e-commerce, por exemplo, estão conseguir alcançar um público amplo e sem limitação geográfica, assim como ter os processos de pagamento facilitados e mais rápidos.

Quer montar uma loja on-line? Então continue a leitura deste post! Listamos cinco dicas para você entrar com o pé direito nesse mercado!

1. Escolha um nicho

Antes de começar um empreendimento virtual, é preciso pensar bem em qual será o seu nicho de mercado. É verdade que a concorrência é grande e muitas empresas já estão no meio on-line, mas há espaço para novas ideias e propostas diferenciadas.

Assim, escolha um nicho de mercado. Você vai vender produtos de beleza? De informática? De saúde? Qual será o diferencial do seu empreendimento? Entenda o seu público e o segmento escolhido. Faça um planejamento minucioso para o seu negócio e não deixe de analisar os seus concorrentes. Com isso, terá mais preparação para abrir loja virtual de sucesso.

2. Contrate uma plataforma

O segundo passo é definir qual plataforma você usará para hospedar a sua loja virtual. Existem opções gratuitas e pagas, mas estude com cuidado as possibilidades. Descubra qual atende melhor a sua demanda. É importante que a plataforma seja acessível na hora de gerenciar e que ofereça um suporte adequado. Além disso, lembre-se de verificar se o layout é simples e intuitivo, de maneira que os usuários consigam acessar a loja virtual sem dificuldades.

3. Crie um plano de negócios

Qual é a sua intenção com a loja virtual? Expandir as suas vendas? Iniciar um novo empreendimento? Quais são os objetivos da sua empresa e quais passos serão dados para chegar lá? Reflita sobre essas questões e consolide tudo em um plano de negócios. Se for o caso, empresas especializadas podem ajudar a criar um planejamento. O importante é que você tenha no papel as metas e as ações bem explícitas.

4. Cuide do atendimento aos clientes

Para ter sucesso no seu empreendimento virtual, é preciso dar atenção especial ao atendimento aos clientes. Chat, e-mail e telefone são algumas formas tradicionais de se comunicar com os consumidores, mas as redes sociais também são ferramentas para interagir com o público. Além de ser sempre cordial, o atendimento deve ajudar e buscar a fidelização do cliente para que o seu negócio se torne rentável.

5. Produza conteúdo para atrair clientes

Não basta criar uma loja virtual, é preciso atrair as pessoas para que elas comprem no seu site. Para isso, o marketing digital é um bom aliado. Além de investir em promoções e estratégias de divulgação em redes sociais, uma maneira menos invasiva de conquistar as pessoas é por meio da produção de conteúdo voltado para solucionar as questões que interessam ao seu público.

Por exemplo, uma loja focada na venda on-line de autopeças pode falar sobre problemas mecânicos, explicando como identificar e resolver adversidades com os automóveis. Pode, ainda, abordar outras questões relacionadas ao tema que façam com que as pessoas se familiarizem com a empresa, de forma que passem a reconhecê-la como referência no tema.

Se você pensa em abrir loja virtual, não esqueça também da importância de contratar um serviço de contabilidade para a gestão financeira. Com o controle e o acompanhamento das despesas e dos ganhos, você pode tornar o seu negócio mais lucrativo e aumentar a possibilidade de crescimento da sua empresa.

Quer entender mais sobre a utilidade da contabilidade? Então confira nosso próximo artigo, que trata da importância da contabilidade no e-commerce! Boa leitura!

Os 5 principais perigos na gestão de empresas e como evitá-los

A gestão de empresas envolve uma infinidade de desafios, e os administradores devem estar dispostos a tirar lições importantes de cada obstáculo que aparece pelo caminho. Direcionar o foco para identificação e solução rápida dos problemas é essencial para alavancar a rentabilidade do negócio e mantê-lo competitivo.

Nosso objetivo neste post é alertar para alguns aspectos que colocam as empresas em perigo e abordar atitudes capazes de evitá-los. Você verá a importância de investir em melhorias na gestão e perceberá como isso impacta positivamente na produtividade. Confira! 

1. Planejamento inadequado

Um planejamento superficial dificulta a definição de objetivos estratégicos e interfere na sustentabilidade do negócio. A falta de análises profundas sobre o patamar atual da empresa e seu posicionamento no mercado impede a prevenção de riscos e reduz seu potencial para aproveitar as oportunidades.

O primeiro passo para um bom planejamento é conhecer bem seu modelo de negócio e coletar dados sobre o desempenho geral da organização e do mercado. Com base nessas informações, estabeleça metas realistas de curto, médio e longo prazo. Depois disso, trace planos de ação para atingi-las, delegando tarefas para cada departamento e determinando prazos de execução. 

2. Descontrole Financeiro

Falhas na gestão financeira impactam no desempenho do negócio, limitando sua capacidade de investir, inovar e crescer. A saúde financeira de uma empresa depende da medição precisa dos custos e da definição de prioridades, mas sem um bom controle do dinheiro que entra ou sai, fica difícil identificar os aspectos que causam desperdício de recursos e propor soluções efetivas.

Acompanhe os principais indicadores financeiros, controle as contas a pagar e receber e faça estimativas de longo prazo. Baseando-se nesses números, será mais fácil tomar decisões sobre realocação de recursos, cortes em despesas desnecessárias e investimentos para expansão do empreendimento.  

3. Problemas tributários

A administração tributária envolve o pagamento de impostos, e falhas nesse setor implicam prejuízos na gestão de empresas: gastos excessivos, multas pesadas e riscos para a credibilidade da organização. Errar na escolha do regime fiscal faz com que você tenha que pagar mais tributos do que o necessário, enquanto falhas na classificação dos produtos e serviços resultam em irregularidades com a Receita Federal.

Para solucionar esse tipo de inconveniência, o ideal é contar com especialistas em planejamento tributário, que acompanhem as atualizações das normas tributárias e indiquem as melhores formas de lidar com o recolhimento de impostos. Dessa forma, sua empresa evitará penalidades fiscais e estará mais segura financeiramente.

4. Equipe insatisfeita

A gestão de pessoas é outro aspecto determinante para o sucesso da organização. Funcionários insatisfeitos jamais conseguirão aproveitar ao máximo suas habilidades, e isso fará com que sua empresa fique estagnada. Para obter ganhos de produtividade, invista em métodos para motivar a equipe, torne o clima organizacional agradável e aposte na capacitação dos funcionários.

5. Processos ineficazes

Geralmente, esse erro é a raiz de todos os outros. A busca por resultados envolve o aperfeiçoamento constante dos processos em todos os departamentos, algo que abre espaço para soluções inovadoras e eficazes. Utilizar softwares especializados para automatizar procedimentos repetitivos é fundamental, pois permite que o tempo seja aproveitado em outras questões relevantes.

A eliminação das falhas citadas aqui exige bastante esforço, mas aumentará significativamente a competitividade da sua empresa, colocando-a um passo à frente dos concorrentes. Sem dúvidas, manter o foco sobre essas melhorias garantirá bons frutos na gestão de empresas: custos mais baixos e ampliação dos lucros.

Gostou deste artigo? Para continuar aprofundando os conhecimentos sobre gestão de empresas, confira nossas dicas de contabilidade e gestão financeira e aprenda a otimizar a aplicação do seu orçamento. 

Marketing digital para empresas: para que serve e como começar?

O marketing é um conjunto de ações utilizado para aproximar a empresa do cliente e oferecer produtos e serviços de forma mais atraente. Quando bem executado, ele faz com que um produto ou serviço se venda praticamente sozinho. Mais recentemente, a integração da sociedade por meio das novas tecnologias resultou no surgimento do marketing digital, focado na interação com o ambiente online.

Nosso objetivo, neste artigo, é apresentar uma série de dicas para que você compreenda os primeiros passos de uma estratégia de marketing digital para empresas bem-sucedida. São elementos fundamentais para comunicar-se com eficácia e atrair cada vez mais consumidores. Confira!

Estude muito ou contrate um especialista

O marketing é um dos primeiros passos em um empreendimento e exige conhecimento sobre o mercado e o comportamento do consumidor. Estratégias bem construídas garantem ótimos resultados, mesmo com orçamentos mais modestos. E você pode optar por ter uma equipe própria ou contratar especialistas para executar essa tarefa.

Um consultor pode auxiliar na identificação do seu público, posicionamento ideal da marca em relação aos concorrentes e valorização dos diferenciais do produto ou serviço que pretende oferecer. Vale destacar que o marketing digital não pode ser algo pontual. Sua continuidade é tão importante quanto o acompanhamento de indicadores financeiros ou da produtividade.

Ofereça conteúdo relevante

O caminho para divulgar sua marca no ambiente online é oferecer algo interessante para seu público-alvo. Em vez de limitar-se a fazer propagandas, disponibilize conteúdos com informações capazes de ajudar pessoas. Ao longo do tempo, isso construirá uma impressão de credibilidade para sua empresa, que será vista como referência no segmento em que atua.

Além de ter um site que funcione mais como uma página institucional, é importante criar um blog com postagens relacionadas ao seu ramo de atuação. Marque presença nas redes sociais mais utilizadas pelo seu público para fortalecer a divulgação do blog e complementá-lo com outros posts relevantes, que contenham vídeos e infográficos.

Aplique técnicas de SEO

A sigla SEO significa Search Engine Optimization (Otimização para Motores de Busca) e é um conjunto de técnicas utilizadas para garantir que seu site ou blog esteja entre os primeiros quando um possível cliente fizer pesquisas em serviços como o Google. A ideia é conseguir um bom ranqueamento de forma orgânica, sem ter de pagar mais para aparecer no topo.

Para isso, é preciso entender o que os algoritmos de pesquisa consideram no momento de apresentar resultados aos usuários. A qualidade do texto é importantíssima, pois o sistema sempre procura pelos conteúdos mais completos. Tamanho do texto, títulos e links adicionais também fazem muita diferença.

Utilize o e-mail marketing

O e-mail é um excelente método para divulgar novidades e promoções, mas deve ser usado com inteligência. Enviar mensagens em excesso pode irritar quem os recebe, tornando o conteúdo irrelevante. As ofertas contidas no e-mail devem ser acompanhadas por textos e imagens capazes de atrair a atenção do consumidor.

Contrate anúncios pagos

Embora as técnicas de SEO ajudem a gastar menos com anúncios, essa ferramenta não pode ser ignorada. Plataformas como o Google AdWords ajudam a direcionar seu conteúdo para as pessoas que podem se interessar por eles, utilizando os termos-chave que elas costumam pesquisar. Da mesma forma, o Facebook oferece ferramentas próprias para ampliar o alcance das postagens.

Utilizar adequadamente os elementos citados aqui garantirá estratégias abrangentes para desenvolver a imagem da sua empresa no ambiente online. Isso é fundamental para manter a competitividade, atraindo novos clientes ou trazendo de volta os que foram para a concorrência.

Gostou deste artigo? Agora que aprendeu mais os componentes do marketing digital para empresas, compartilhe este conteúdo com seus amigos nas redes sociais e ajude a disseminar o conhecimento.

Como fazer marketing para a área de saúde?

Não há dúvidas de que o marketing é fundamental para a sobrevivência de qualquer empreendimento, pois é ele que torna uma empresa visível para os consumidores. Entretanto, as possibilidades de marketing para a área de saúde ainda são pouco exploradas, prejudicando o crescimento de clínicas e profissionais altamente competentes.

Nosso objetivo neste artigo é explicar como realizar este trabalho adequadamente, apresentando algumas técnicas que sua clínica pode utilizar sem desobedecer aos limites inerentes à área médica. Com uma estratégia bem implementada, sua empresa obterá excelentes resultados. Confira!

Cuidados fundamentais

Antes de tudo, é importante destacar o tipo de conteúdo que você precisa evitar nas suas campanhas de marketing. Os materiais promocionais não podem conter fotos de pacientes, mesmo com a autorização deles. Também é proibido oferecer “resultados garantidos”, usar termos sensacionalistas ou classificar a clínica e os profissionais como os “mais capacitados” ou “mais eficientes”.

Os médicos são proibidos de fazer autopromoção e suas aparições na imprensa devem servir apenas para passar informações relevantes para a sociedade. Além disso, os regulamentos da profissão os impedem que eles participem de anúncios de produtos e serviços.

Opções de marketing na área médica

Levando em consideração os aspectos abordados no tópico acima, veremos quais ações de marketing você pode adotar para divulgar sua clínica.

Redes sociais

As redes sociais são meios práticos e baratos de divulgar marcas, produtos e serviços. A clínica pode utilizá-las como um canal de comunicação com os pacientes, desde que os posts não sejam sensacionalistas. A divulgação de endereço e telefone do consultório, antes proibida, passou a ser permitida em 2015.

Marketing sensorial

O marketing sensorial utiliza os sentidos para entregar experiências mais agradáveis aos clientes. Organize a recepção da clínica, invista na decoração das salas de espera e consultórios, aposte em fragrâncias adequadas e até mesmo em música ambiente. Tudo isso contribui para tornar os espaços mais acolhedores para os pacientes e humanizar o atendimento.

Marketing de conteúdo

Esta alternativa tem como foco a geração de valor para o público-alvo. Invista na criação de um site ou blog que transmita informação de qualidade com clareza, objetividade e precisão. Um bom conteúdo faz com que as pessoas percebam os profissionais da clínica como especialistas em seu segmento, conferindo maior credibilidade à marca.

O site pode oferecer ferramentas interessantes, como a possibilidade de agendar consultas pela internet. Os médicos podem até manter blogs que abordem temas de sua especialidade, desde que se atentem aos cuidados citados anteriormente e não prestem consultoria por meio deles.

Benefícios do marketing na área médica

Um bom trabalho de marketing no setor de saúde ajuda toda a sociedade por meio de alertas importantes e difusão de boas práticas que as pessoas podem adotar no cotidiano. O uso adequado das ferramentas serve para derrubar mitos, colaborando com programas de prevenção e tratamento de doenças.

Do ponto de vista mercadológico, a aplicação correta dos conceitos de marketing permite que sua empresa atenda melhor os pacientes e encontre oportunidades para inovar. Evidentemente, isso tende a trazer cada vez mais clientes e aumentar a rentabilidade da clínica.

Agora que você conhece melhor algumas técnicas de marketing para a área de saúde, que tal continuar se aprofundando no tema? Veja como aumentar a competitividade da clínica e atrair novamente os clientes que trocaram sua empresa pela concorrência.

Substituição tributária para autopeças: entenda como funciona

A complexidade do sistema brasileiro de arrecadação de impostos é apontada como um dos maiores desafios para organizações de todos os portes. A substituição tributária para autopeças tem forte impacto sobre as receitas desse setor. Por isso, a falta de conhecimento sobre o tema pode limitar muito sua capacidade de crescimento.

Neste artigo explicamos o conceito de substituição tributária e como ele é aplicado ao comércio de autopeças. Além disso, ressaltamos diversos detalhes que você precisa saber para calcular corretamente o ICMS. Confira!  

O conceito de substituição tributária

Embora possa ser aplicada em outros tributos na venda de autopeças, a substituição tributária é mais comum no cálculo do ICMS (Imposto sobre Mercadorias e Serviços). Graças a ela, a responsabilidade pelo pagamento desse imposto não é de quem vendeu o produto, mas da indústria que fabricou ou da empresa que importou.

A finalidade do ICMS-ST é facilitar a fiscalização, concentrando a cobrança em uma quantidade menor de contribuintes. Vale destacar que isso não reduz o valor arrecadado, pois se trata apenas de uma antecipação do pagamento do tributo. As regras de aplicação e alíquotas mudam conforme o estado, por isso, é importante consultar a legislação.

O ICMS-ST no comércio de autopeças

Nem todo produto industrializado está sujeito ao ICMS-ST. Há uma lista constantemente atualizada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e é importante ter em mente que cada mercadoria possui seu próprio Código Especificador de Substituição Tributária (CEST). Ele deve ser informado no documento fiscal da operação, assim como CST e CFOP.

O cálculo do ICMS-ST

O procedimento para calcular o ICMS-ST é composto por várias etapas. O primeiro passo é considerar o ICMS próprio (também chamado de ICMS Inter), aquele que deve ser recolhido pelo estabelecimento que emite a nota fiscal. A fórmula utilizada é a seguinte:

Base ICMS Próprio = (Valor do Produto + Frete + Seguro + Outras Despesas – Descontos)

Valor ICMS Próprio = Base ICMS Próprio * Alíquota ICMS Próprio/100)

A Alíquota ICMS Próprio varia de acordo com o estado onde a mercadoria será vendida para o consumidor final.

Depois, deve-se encontrar a base do ICMS-ST, por meio da seguinte fórmula:

Base ICMS-ST = (Base ICMS Próprio + IPI) * [1 + (%MVA/100)]

Essa fórmula já considera o valor de IPI que pode existir em alguns casos. A MVA (Margem de Valor Agregado) é uma estimativa feita pelo governo quanto à margem de lucro de indústrias, distribuidores e vendedores. Ela é feita a partir da média ponderada de preços coletados por amostragem ou fornecidos por representantes de cada segmento.

Enfim, o ICMS-ST é calculado com esta fórmula:

ICMS-ST = [Base ICMS-ST * (Alíquota ICMS Próprio/100)] – Valor ICMS Próprio

Alguns estados oferecem condições especiais para empresas enquadradas no Simples Nacional, com MVA reduzida. Mesmo assim, todas as empresas precisam calcular o ICMS Próprio, independentemente de seu regime tributário.

Como você pode perceber, existe uma grande quantidade de detalhes aos quais sua empresa precisa estar atenta para lidar com o pagamento do ICMS com substituição tributária. Para ter mais segurança e evitar os erros que atrapalham o crescimento da sua empresa, é recomendável contar com o apoio de profissionais especializados em contabilidade.

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Saiba qual a importância da contabilidade no e-commerce?

Os serviços de contabilidade no e-commerce são fundamentais, pois atuam no registro de tudo o que ocorre dentro da empresa e facilitam o planejamento estratégico. A partir de um controle rígido das atividades, é possível verificar se a organização está se aproximando de seus objetivos e corrigir desvios que prejudiquem sua eficiência.

O objetivo deste artigo é explicar com mais detalhes a importância de contar com uma gestão contábil eficiente no seu e-commerce. Você perceberá como a contabilidade impacta diretamente nos resultados do empreendimento e garante um crescimento sustentável no longo prazo. Confira!

A contribuição da contabilidade no e-commerce

O trabalho de contabilidade no e-commerce auxilia na coleta de dados em diversas atividades e é, portanto, um grande aliado para a tomada de decisão. Veja alguns aspectos em que esse serviço tem impacto positivo:

Acompanhamento da legislação

Como todos sabemos, a legislação brasileira é bastante complexa e aparece como um dos principais desafios para a contabilidade e para a gestão financeira da empresa. Além da linguagem técnica, há muita dificuldade em acompanhar as mudanças constantes nas regras.

Empresas que não possuem um acompanhamento adequado dessas alterações trabalham em um ambiente inseguro, ficando muito mais sujeitas ao risco de cometer falhas na prestação de contas. Conhecer e interpretar as leis corretamente aumenta a credibilidade da empresa e evita multas pesadas por parte do governo.

Planejamento tributário

O planejamento tributário envolve um estudo profundo da atuação da empresa para que ela consiga pagar menos impostos sem cair na ilegalidade. A partir de uma análise de faturamento e custos, é possível encontrar a forma mais vantajosa de lidar com as obrigações.

Uns dos primeiros aspectos verificados é o regime tributário em que a organização se enquadra. A legislação atual prevê três tipos de regime: Lucro Real, Lucro Presumido e Simples Nacional.

O enquadramento adequado depende da receita bruta e da atividade exercida. Para negócios menores, com ganhos de até R$ 4,8 milhões por ano, o sistema mais indicado é o Simples Nacional, que facilita o recolhimento de diversas taxas por meio de uma guia única.

Auditorias contábeis

As auditorias servem para acompanhar em detalhes as movimentações financeiras da empresa e avaliar se os procedimentos são executados corretamente.

Com isso, a empresa tem a chance de identificar e corrigir falhas que prejudicam a rentabilidade do negócio. Trata-se de um trabalho que garante a qualidade em todos os processos e promove um ciclo de melhoria contínua.

Gestão otimizada

A colaboração dos contadores não é limitada à área financeira, pois a otimização dos processos de gestão atinge vários setores. A área de Recursos Humanos, por exemplo, terá mais facilidade para planejar a folha de pagamentos, enquanto a administração adequada do estoque favorecerá os setores de compras e vendas do e-commerce, reduzindo custos.   

A vantagem de contar com especialistas

Embora as atividades contábeis sejam essenciais para o sucesso de qualquer negócio, muitos empreendedores tentam executá-las por conta própria, acreditando que isso economizará verbas que poderão ser usadas em outras áreas. Esse pensamento equivocado compromete o crescimento da empresa e a coloca sob risco constante.

Um serviço de contabilidade terceirizado contribui para o acompanhamento qualificado, feito por profissionais com amplo conhecimento da área, capazes de prestar consultoria de investimentos e indicar boas práticas de administração

A Executa Contabilidade fornece serviços de apoio contábil, fiscal, jurídico e pessoal de alta qualidade. Nossos especialistas estarão sempre dispostos a cuidar das partes burocráticas da contabilidade no e-commerce para que você possa concentrar-se em atender seus clientes com máxima eficiência e atenção.

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O que mudou no IRPF 2018 com relação ao ano passado?

Para aperfeiçoar os processos de fiscalização e combater a ação de sonegadores, a Receita Federal divulga, todos os anos, novas diretrizes que devem ser seguidas à risca pelos contribuintes. Como a temporada de prestação de contas ao Leão começou no dia 1º de março e vai até 30 de abril, é bom ficar de olho no que mudou no IRPF 2018 para evitar problemas fiscais.

A lista de alterações para este ano não é tão grande, mas também vale destacar que já estão previstos alguns ajustes para o ano quem vem. Portanto, para ajudar com isso, abordaremos neste post os principais tópicos nos quais você deve se atentar. Continue lendo e confira.

Programa meu imposto de renda

Até 2017, era necessário utilizar programas diferentes para preencher e enviar a declaração do imposto de renda. Agora, as duas tarefas podem ser realizadas por meio do software Meu Imposto de Renda, que substitui o antigo m-IRPF e pode ser baixado no site da Receita Federal.

Disponível para computadores Windows Mac e Linux ou dispositivos Android e iOS, a ferramenta adiciona novas funções e permite realizar declarações retificadoras on-line. Ela está disponível para os contribuintes desde 26 de fevereiro, e exige a criação de uma palavra-chave para que o usuário inicie a declaração em um equipamento e continue em outro, caso seja necessário.

Emissão da DARF

O novo programa desenvolvido pela Receita Federal permite a impressão do Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF) em todas as quotas do imposto, mesmo em caso de atrasos.

Contribuintes que paguem depois do vencimento devem arcar com juros referentes à taxa Selic. Haverá também uma multa de 0,33% ao dia, com limite máximo de 20%.

Declaração de dependentes

A partir deste ano, torna-se obrigatória a inclusão do CPF de todos os dependentes com mais de oito anos. A regra terá nova alteração em 2019, quando a exigência atingirá todas as crianças declaradas como dependentes ou alimentandos, independentemente da idade. 

Caso os pais sejam separados e compartilhem a guarda das crianças, cada filho pode ser adicionado como dependente em apenas uma declaração. Por exemplo, se o pai informar a criança como seu dependente, a mãe deve incluí-lo como alimentando.

Consequentemente, os valores de dedução do imposto serão diferentes. A declaração como dependente permita aplicar um desconto de até R$ 3.561,50, enquanto a classificação de alimentando dá direito ao abatimento das despesas com saúde e educação da criança.

Declaração de bens

A declaração de bens conta agora com novos campos. O contribuinte deve informar registros de inscrição de imóveis nos órgãos públicos, além de suas áreas e datas de aquisição.

Para veículos, aeronaves e embarcações, deve-se incluir o Renavam ou registros de órgãos fiscalizadores. Já contas-correntes e aplicações financeiras devem ser acompanhadas pelo CNPJ da instituição financeira responsável.

Esses novos campos são de preenchimento opcional em 2018, mas passarão a ser obrigatórios no ano que vem. Por isso, é recomendável preencher o formulário completo desde já.

Diante de tudo isso, o ideal é manter toda a documentação bem organizada e evitar deixar tudo para a última hora. Caso tenha dificuldades, consulte nosso artigo com dúvidas respondidas sobre o Imposto de Renda Pessoa Física!

E aí, gostou deste post? Agora que você sabe o que mudou no IRPF 2018, aproveite para seguir nosso perfil oficial no Facebook e receba diversos conteúdos interessantes para aprimorar sua capacidade de gestão financeira!

3 boas práticas sobre o balanço patrimonial da sua empresa

Além de ser exigido pela legislação, o balanço patrimonial é um dos principais relatórios utilizados para a boa gestão das empresas. Ele é o registro de todas as movimentações financeiras de um negócio ao longo de determinado período. Mesmo assim, muitas organizações cometem o grave erro de negligenciá-lo, arriscando sua sustentabilidade em longo prazo. 

Nosso objetivo neste artigo é ajudá-lo a conhecer melhor esse importante instrumento. Para isso, separamos uma lista com algumas boas práticas relacionadas ao balanço patrimonial. Por meio delas, você terá uma visão geral sobre a relevância do balanço para que sua empresa alcance grandes resultados. Confira:

1. Realização de registros contábeis

Essa é uma tarefa obrigatória, determinada pelo Conselho Federal de Contabilidade e pelo artigo 1.179 do Código Civil. Todas as empresas, inclusive as optantes pelo regime de tributação Simples Nacional, são obrigadas a registrar seus fatos contábeis. Isso significa que é necessário ter documentos que comprovem as transações financeiras realizadas. 

Esse material deve ser encaminhado a um contador, que fará a escrituração contábil por meio das chamadas partidas dobradas. Evidentemente, essa ação envolve uma série de termos técnicos e preceitos contábeis, por isso é essencial contar com o auxílio de profissionais especializados.

Caso sua empresa não tenha esses registros, é praticamente impossível defender-se de processos por irregularidades tributárias e declarar corretamente o Imposto de renda. Além disso, fica bem mais complicado analisar o desempenho financeiro da empresa, porque os registros são a base para a elaboração do balanço patrimonial.

2. Classificação de ativos e passivos

Para atender à principal função do balanço patrimonial ― fornecer uma visão precisa e ampla da situação contábil e financeira do seu negócio ―, é necessário dividir seus elementos em duas categorias: ativos e passivos.

Os ativos dizem respeito aos bens, direitos e aplicações de recursos controlados pela empresa, incluindo os investimentos financeiros e títulos a receber. Já os passivos são representados pela lista de obrigações financeiras da organização. Aqui entram as despesas com folha de pagamento, impostos, dívidas com bancos e quaisquer outros valores a pagar. 

Após relacionar ativos e passivos, será possível calcular a diferença entre eles. O resultado é chamado de patrimônio líquido, que representa aquilo que a empresa realmente tem disponível em caixa. Portanto, para que o balanço esteja correto, o valor de ativos precisa ser igual à soma entre passivos e patrimônio líquido.

3. Interpretação das informações do balanço

O balanço patrimonial está longe de ser mera formalidade. Como dissemos anteriormente, ele é um dos instrumentos mais importantes para a gestão financeira da empresa. A primeira informação relevante que podemos conseguir por meio dele é a evolução do patrimônio líquido. Se ele aumenta com o passar do tempo, significa que a empresa fatura mais do que gasta, evitando o endividamento.

Outro dado a ser retirado do balanço é a liquidez, ou seja, a quantidade de recursos disponíveis para quitar dívidas em curto prazo. Ela mostra a capacidade de reação da empresa em caso de emergências financeiras. Níveis de endividamento, rentabilidade e rotatividade de recursos são outros indicadores financeiros importantes que podem ser medidos, aumentando a segurança na gestão do negócio.

E aí, o que achou deste post? Depois de conhecer essas boas práticas relacionadas ao balanço patrimonial, deixe seu comentário relatando experiências e deixando sugestões para complementar nosso conteúdo!

Tire suas dúvidas sobre o e-Social e fique bem informado

Uma das principais dificuldades apontadas pelas empresas brasileiras é a gigantesca burocracia exigida para atuar de acordo com a legislação. Em uma tentativa de reduzir o problema, o governo federal instituiu o uso da plataforma e-Social, que deverá substituir diversos relatórios que antes eram produzidos e enviados separadamente.

Como acontece em qualquer grande alteração, a adaptação ao novo formato traz uma série de questionamentos. Pensando nisso, resolvemos listar algumas perguntas e respostas sobre o e-Social para esclarecer as principais dúvidas sobre o projeto. Confira!  

O que é e-Social?

O e-Social é um sistema desenvolvido para facilitar a organização e envio de dados relativos a obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas pelas empresas. A intenção é fazer com que todas as informações sobre contratação e utilização de mão de obra sejam transmitidas e armazenadas por meio da mesma plataforma.

O projeto envolve Receita Federal, Ministério do Trabalho, INSS e Caixa Econômica Federal, substituindo a necessidade de entregar vários formulários e declarações. Com isso, espera-se maior controle dos aspectos relacionados à segurança e saúde dos trabalhadores.

Como funciona o e-Social?

O e-Social entrou em vigor por meio de decreto em 2014, porém seu cronograma de implantação sofreu vários adiamentos. A fase de homologação para empresas com faturamento acima de R$ 78 milhões começou em junho de 2017. A utilização do sistema tornou-se obrigatória para essas organizações em janeiro de 2018.

A partir de julho de 2018, a obrigatoriedade se estenderá a todas as empresas brasileiras, independentemente do porte, incluindo os Microempreendedores Individuais. Durante o período de implantação, as organizações continuarão utilizando as declarações e cadastros anteriores, que serão eliminados gradativamente.

Quais serão as vantagens e desvantagens para as empresas?

Entre as principais vantagens esperadas com a implantação do e-Social, está a redução da burocracia no longo prazo. Com um sistema mais moderno e unificado, a expectativa é que a automação de tarefas facilite os processos da área de Recursos Humanos, tornando a gestão mais ágil e precisa. Ao fazer a implementação adequadamente, a possibilidade de erros será reduzida.

Já entre as desvantagens, a mais óbvia será o custo de implantação. A quantidade de informações nas mãos do governo também facilitará a fiscalização da Receita Federal, colocando mais pressão sobre as empresas para cumprir todas as normas. Com isso, haverá necessidade de otimizar os processos internos, o que demandará algum tempo. 

Como minha empresa deve se preparar? 

Os vários adiamentos no início da aplicação do e-Social são consequência da grandiosidade do projeto, pois é um volume gigantesco de informações para coletar e consolidar. Inicialmente, sua empresa deverá enviar o chamado “Arquivão”, contendo todos os cadastros e tabelas de dados sobre os funcionários ativos da empresa.

Depois será preciso cumprir rigorosamente os prazos de envio de dados atualizados. É imprescindível evitar qualquer tipo de inconsistência, pois a entrega de informações incorretas ou incompletas pode resultar em multas. A falta de um controle eficiente é uma das coisas que mais atrapalham o crescimento das empresas.

Para se prevenir, sua empresa deve tomar algumas medidas: formalizar um plano de cargos e salários, revisar a tabela de horários, implantar um controle rígido de admissões, demissões e férias, entre outras. O desafio será enorme, por isso é importante entender bem a situação e contar com a ajuda de especialistas em contabilidade trabalhista para evitar problemas futuros.

Gostou do conteúdo? Agora que você sabe um pouco mais sobre o sistema e-Social, aproveite para curtir nossa página no Facebook e receba muitas outras informações importantes para aperfeiçoar a gestão da sua empresa.

Quais são os impostos para venda on-line de auto-peças?

O e-commerce é uma modalidade de empreendimento bastante atrativa, porém, a tributação também é um grande empecilho nesse ramo. A venda on-line de auto-peças é um dos setores que sofre com a complicação da legislação tributária brasileira.

Além da extensa lista de impostos que devem ser obrigatoriamente pagos, as demais obrigações fiscais detém regras, prazos e forma de recolhimento específicos.

Mas, fique tranquilo: nesta publicação você encontrará, de forma clara e objetiva, como funciona todo o sistema de tributação desse ramo e, após, listamos e explicamos quais são os impostos devidos. Confira!

Como funciona a tributação da venda on-line de auto-peças?

Primeiramente, é importante que saiba que os impostos não incidirão de forma idêntica para todas as companhias. Ao realizar um planejamento tributário, há três regimes de tributação que podem ser escolhidos pelas companhias. Veja, a seguir, quais são eles e uma breve explicação:

  • lucro real: calcula os impostos de acordo com os ganhos reais da companhia;
  • lucro presumido: contabiliza os tributos de acordo com uma tabela em lei, que presume os lucros da companhia. A porcentagem depende do ramo da empresa  para atividades de comércio a presunção é de 12%; e
  • simples nacional: destinado às empresas de pequeno porte ou microempresas, objetiva reduzir e facilitar o recolhimento dos tributos.

O Simples Nacional reúne vários impostos em única guia, tornando o processo mais simples e fácil para seus optantes. Ou seja, todos os tributos são unificados em um único recolhimento.

Atualmente, o recolhimento dos tributos dessa modalidade varia de acordo com a lucratividade da companhia, sendo de 6% para as de baixo faturamento até de 17,42% para aquelas cuja lucratividade alcançam 4,8 milhões (valor vigente em 2018).

Quais são os impostos para venda on-line de auto-peças?

Como citado, também há regras específicas para os demais regimes tributários e vendas on-line de auto-peças. Confira, a seguir, uma breve explicação dos tributos que devem ser pagos.

IRPJ

O Imposto de Renda Pessoa Jurídica é um dos tributos mais onerosos para qualquer companhia. Ele recai sobre o lucro líquido faturamento da companhia e possui alíquotas elevadas. Na venda de mercadorias e produtos, a alíquota dessa obrigação é de 15%.

CSLL

A Contribuição Social sobre o Lucro Líquido é outro tributo que incide sobre o faturamento da empresa. Sua finalidade é financiar a Seguridade Social e o cálculo é feito antes da provisão do IRPJ. Como regra geral, que inclui atividades comerciais, a alíquota do CSLL é de 9%.

ISS

O Imposto Sobre Serviços, como o próprio nome indica, incidirá caso sua loja virtual seja um prestador de serviços. Ele é municipal, ou seja, sua alíquota altera conforme o município em que serão prestados os serviços e varia entre 2% e 5%.

PIS e COFINS

PIS significa Programa de Integração Social e visa bancar o pagamento de abono, seguro-desemprego e participação na receita de entidades dos trabalhadores. Já COFINS quer dizer Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social.

As alíquotas desses dois tributos somam 3,65% sobre o faturamento do empreendimento no lucro presumido. No lucro real, esse percentual é de 9,65%  porém é permitido que haja compensação de crédito, ou seja, um desconto no pagamento de determinadas operações, como no consumo de energia elétrica.

ICMS

O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços ICMS tributa a movimentação de mercadorias em geral, seja intermunicipal ou interestadual. Sua alíquota varia de acordo com o tipo de bem comercializado e também se altera conforme o estado de origem e destino.

Na venda de acessórios, partes e peças de veículos, existe a substituição tributária do ICMS ICMS-ST. Trata-se da transferência da responsabilidade pelo recolhimento do imposto; isso significa que não será de responsabilidade do lojista virtual.

São vários os impostos que incidem sobre a venda on-line de auto-peças, entretanto, as complicações se encontram nas variações das alíquotas dos diferentes municípios e estados, como também nas variadas regras dos regimes tributários à disposição.

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