Entenda como funciona a correlação entre CST e CFOP

Este artigo tratará de CST e CFOP, dois códigos de classificação fiscal que não podem ser descuidados na gestão da área fiscal de seu empreendimento, uma vez que eles influenciam o recolhimento e fiscalização de impostos, como o ICMS e o IPI.

Continue com a leitura do post e bem informado sobre o assunto, pois abordaremos — de forma breve e mais simples possível — os conceitos envolvidos e suas correlações. Confira!

O que é CST?

O Código de Situação Tributária (CST) é utilizado para definir a origem de uma mercadoria (se foi produzida em nosso país ou no exterior, por exemplo) e também para determinar como será tributada em relação ao Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Ele é composto por três dígitos, sendo que o primeiro indica a proveniência (origem), conforme segue:

  • 0 — para mercadoria nacional;
  • 1 — para estrangeira, porém, importada diretamente (você a importou de um país estrangeiro);
  • 2 — também para estrangeira, mas adquirida no mercado interno (alguém já havia importado a mercadoria e você a adquiriu no Brasil).

Os demais dígitos estão relacionados à forma de tributação do produto pelo ICMS, por exemplo, o código 00 indica que a tributação será integral, enquanto o código 40 demonstra que ele será isento desse imposto.

O que é CFOP?

O Código Fiscal de Operações e Prestações (CFOP) serve para identificar o tipo (ou natureza) da circulação das mercadorias e das prestações de serviços de transporte. Através dele saberemos se haverá ou não recolhimento de impostos sobre a transação efetuada.

Ele é composto por quatro dígitos e o primeiro indica o tipo de operação: de entrada no estabelecimento (você comprou mercadorias ou contratou serviços) ou de saída (caso em que você vendeu um produto ou prestou o serviço).

Correlações entre CST e CFOP

Primeiramente, devemos lembrar que esses códigos não se aplicam às atividades de empresas enquadradas no Simples Nacional — exceto se a receita bruta ultrapassou os limites para a adesão a tal regime de tributação.

Feita essa advertência, você deverá ter em mente que, ao emitir qualquer documento fiscal (Notas, Livros de Entrada e Saída de Mercadorias etc.), precisará indicar ambos os códigos (CST e CFOP). Ocorre que entre eles existem várias possibilidades de combinação, algumas válidas, outras não.

Portanto, a adequada classificação das operações é fundamental para que sua empresa não faça registros irregulares, ficando assim sujeita à fiscalização, tanto do ICMS quanto do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

O papel do contador na escrituração fiscal

Como dissemos, as transações comerciais devem ser classificadas corretamente, pois, do contrário, você terá grandes chances de se ver em dificuldades junto aos Fiscos estaduais e federal.

Logo, dada a complexidade de nossa legislação tributária, o melhor a se fazer é contratar bons profissionais na área contábil ou mesmo terceirizar essa função para um escritório competente e capaz de fornecer um serviço de qualidade.

Um contador experiente tratará de todos esses assuntos com segurança e rapidez, inclusive com o uso de softwares específicos. O investimento vale a pena, tendo em vista seu retorno (ótima relação custo/benefício).

Percebeu como a boa gestão fiscal de seus negócios exige o conhecimento de vários conceitos, como é o caso do CST e CFOP? Tratam-se de assuntos, muitas vezes, complicados, é verdade. Mas não se preocupe, pois estamos aqui para ajudá-lo nessa tarefa.

Aproveite, ainda, para saber a melhor forma de sua empresa pagar menos impostos. Até breve! 

3 dúvidas respondidas sobre imposto de renda de pessoa física

Cumprir corretamente com as obrigações relacionadas ao imposto de renda de pessoa física (IRPF) é importantíssimo para que o indivíduo não fique com pendências junto ao Fisco.

Conforme o tipo de irregularidade, você não poderá emitir uma certidão de quitação de débitos federais, por exemplo.

Desse modo, se você está obrigado a entregar sua declaração anual, continue com a leitura deste artigo. A seguir, esclareceremos de forma breve três das principais dúvidas do contribuinte. Confira!

1. Quem está obrigado a entregar a declaração de imposto de renda de pessoa física?

Existem diversas hipóteses que obrigam uma pessoa física a entregar a chamada Declaração Anual de Ajuste do IRPF (DIRPF). Destacaremos abaixo aquelas que se referem aos rendimentos recebidos durante o ano anterior ao da entrega (para o exercício de 2018, o ano calendário é o de 2017):

  • no caso de rendimentos tributáveis: se o valor anual recebido for igual ou superior a R$ 28.559,70;
  • no caso de rendimentos tributados exclusivamente na fonte, não tributáveis ou isentos: o indivíduo tenha recebido um valor total no ano superior a R$ 40.000,00.

Para melhor entendimento, basta lembrar que rendimento tributável é aquele que estará sujeito à incidência do IRPF (exemplos: salários e alugueis) — ao contrário dos isentos e não tributáveis, sobre os quais não incidirá o imposto.

Quanto ao tributável exclusivamente na fonte, o valor do imposto será retido e pago pela fonte pagadora (um exemplo clássico é o décimo terceiro salário). Nessa hipótese, sobre esse rendimento não será cobrado o imposto na declaração, porém, o valor retido não poderá ser deduzido do imposto de renda a pagar.

2. Quais os valores dedutíveis na apuração do imposto?

Ao apurar o valor do IRPF a pagar, o contribuinte terá direito a deduzir alguns valores da base de cálculo do imposto. Os principais são:

  • dependentes (filhos menores, cônjuge, pais etc.), no valor de R$ 2.275,08 para cada um deles;
  • gastos com instrução (como ensino infantil, básico, médio e superior), no valor de até R$ 3.561,50 por dependente;
  • despesas médicas (poderá ser deduzido todo o valor pago com aqueles que estão sob sua dependência).

Por outro lado, o próprio imposto de renda retido na fonte (IRRF) também será deduzido após a apuração do montante a pagar.

Lembre-se também de que a legislação tributária se modifica constantemente, o que poderá impactar nas alíquotas do imposto de renda, nos valores das deduções, nas condições que obrigam a entrega da declaração e assim por diante.

3. Qual é o prazo e a forma de entrega da declaração?

Em regra, a DIRPF é entregue sempre até o último dia útil do mês de abril de cada ano (em 2018 será o dia 30/04, uma terça-feira). Para entregá-la, siga os passos abaixo:

  • no site da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), você deverá baixar dois softwares, ambos gratuitos: o programa gerador da DIRPF e o Receitanet (este último, necessário para a transmissão online);
  • feito isso, separe a documentação, registre todos os dados e informações obrigatórias na elaboração da declaração, confira-a cuidadosamente e, então, é só transmiti-la via internet.

É importante que você perceba o seguinte: elaborar uma declaração de ajuste pode ser um procedimento muito simples ou bastante complicado, dependendo de suas atividades, do valor de seus rendimentos e de seu patrimônio (imóveis, veículos, participação em empresas etc.), dentre outros fatores.

Por essa razão, é altamente recomendável que você busque a assistência de um contador ou de um escritório de contabilidade competente, já que assim estará amparado por serviços profissionais altamente especializados.

E então, conseguiu obter uma noção acerca do assunto do imposto de renda de pessoa física? Esperamos que sim! Caso ainda tenha dúvidas ou mesmo a necessidade de uma consultoria particular, entre em contato conosco e veja como poderemos ajudá-lo. Estamos à sua disposição!

Entenda o que é e como funciona a escrituração contábil digital

A Escrituração Contábil Digital é uma obrigação anual enviada aos órgãos tributantes que recai sobre muitas empresas e que ainda gera uma série de dúvida na mente de empresários e gestores brasileiros.

Neste artigo vamos explicar de forma breve e objetiva algumas das principais informações sobre essa obrigação acessória. Acompanhe!

O que é a Escrituração Contábil Digital (ECD)?

A Escrituração Contábil Digital é uma demonstração que faz parte do projeto do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED). O objetivo principal do documento é substituir os antigos e obsoletos livros registrados pela Junta Comercial em que carregavam os lançamentos diários realizados pela empresa e ao final, suas demonstrações contábeis e de resultado.

A ECD surgiu para dar seguimento à política de redução de procedimentos físicos que vêm sendo adotada há alguns anos no Brasil após a criação do SPED. Nela, em especial, você encontrará os livros diários, contendo todos os lançamentos e as demonstrações como:

  • Balanço Patrimonial;
  • Demonstração de Resultados (DR);
  • Demonstração de Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL);
  • Notas Explicativas, entre outros.

Quais são as empresas que estão obrigadas a transmitir?

Quando a ECD foi criada, apenas as empresas tributadas pelo Lucro Real eram obrigadas e transmitir, no entanto, atualmente é mais fácil afirmar aquelas que não devem realizar o preenchimento e envio do documento.

Sendo assim, estão obrigadas ao envio da Escrituração Contábil Digital as empresas que durante o ano calendário anterior atendiam os seguintes critérios:

  • tributadas pelo Lucro Real;
  • tributadas pelo Lucro Presumido que realizaram distribuição de lucros sem a incidência do IRRF e as demais, exceto aquelas que se utilizam da prerrogativa legal da manutenção do livro caixa;
  • em casos específicos, algumas pessoas jurídicas imunes ou isentas.

Sendo assim, até o ano de 2018, a ECD não será obrigatória para as empresas enquadradas no Simples Nacional. A expectativa é que esse demonstrativo, ou algo parecido com ele, seja criado nos próximos anos para atender a esse tipo de negócio.

Como é realizado o preenchimento e transmissão da ECD?

O software em que é realizada a validação e transmissão da ECD é o Programa Validador (PVA) em ambiente SPED, disponibilizado gratuitamente. Sendo assim, a empresa deverá emitir o arquivo compatível com o sistema e em seguida, importá-lo.

Também é possível realizar o preenchimento diretamente no PVA, no entanto, dependendo da movimentação da sua empresa, essa tarefa pode se tornar algo impossível, por isso é importante contar com o apoio de softwares para realizar essa tarefa.

Após a importação e conferência dos dados, será necessário assinar o documento por meio de um certificado digital. No total são três assinaturas:

  • sócio administrador ou titular do negócio;
  • contador responsável;
  • empresa.

Portanto, além de possuir um certificado digital em nome da pessoa física do sócio, também será necessário ter outro para a empresa. Feito isso, sua declaração estará pronta para ser entregue.

O envio é realizado por meio do sistema ReceitaNET, disponibilizado gratuitamente no site da Receita Federal do Brasil (RFB).

Com essas informações, você já deve ter uma ideia mais clara sobre o que é a Escrituração Contábil Digital e como proceder diante dessa obrigação anual tão importante para manter a sua empresa em dia com os órgãos do Governo.

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Por que montar uma loja de autopeças online?

Se você tem vontade de montar uma loja de autopeças, mas não tem dinheiro suficiente para aplicar em um empreendimento físico, temos uma ótima notícia. As lojas virtuais demandam um investimento muito menor e podem trazer lucros a médio prazo.

Continue a leitura para descobrir algumas das vantagens oferecidas pelas lojas virtuais e aprenda como proceder para montar a sua!

Os impostos são menores para as lojas virtuais

As lojas virtuais, assim como qualquer outro tipo de empreendimento, precisam pagar todos os impostos relacionados ao comércio de produtos. Porém, existem algumas opções de cadastro dentro do regime tributário que podem ser mais vantajosas para os pequenos empreendedores da internet. O MEI (Microempreendedor Individual), por exemplo, paga uma taxa fixa de R$ 47,85 relativa a um faturamento máximo de R$ 60.000.

Outro enquadramento tributário é o Simples Nacional, que permite às empresas um faturamento anual de 3,6 milhões de reais ao ano. Os impostos são recolhidos de acordo com faixas de faturamento, ou seja, quem fatura até 180 mil reais ao ano paga apenas 4% ao mês. Os que atingem o máximo do faturamento permitido precisam restituir cerca de 11% ao mês.

Além disso, alguns estados, como o Espírito Santo, oferecem ótimos incentivos fiscais relacionados ao ICMS, como a concessão de até 70% no crédito presumido para empresas que participam do programa INVEST-ES. Organize o planejamento tributário de sua empresa e obtenha ótimos benefícios fiscais.    

O custo de investimento é relativamente baixo

Se comparado aos custos para a inauguração de uma loja física, um e-commerce demanda um investimento muito menor. Não há necessidade de alugar um ponto, adquirir a infraestrutura comercial e nem contratar uma equipe de funcionários. E mais, o estoque de produtos pode ficar na sua própria casa.

Apesar dessa enorme redução de gastos, um e-commerce de autopeças pode funcionar 24 horas por dia sem precisar de uma pessoa gerenciando a todo momento. A venda, finalização de compras, emissão de NF e envio de e-mails podem ser realizados de forma totalmente automática, sem necessitar de sua interferência. A gestão do negócio pode ser realizada durante o horário comercial.

Existe a possibilidade de investir em marketplaces

Assim como no caso das lojas físicas, os primeiros meses podem ser difíceis também para um empreendimento online. Conquistar a confiança do consumidor é algo que demanda tempo e comprometimento. Mas, no caso das lojas virtuais, existe uma forma de alcançar esse reconhecimento de mais rapidamente: participando de marketplaces.

Os marketplaces são como shoppings do mundo virtual. Uma empresa com nome já consolidado no mercado abre espaço em seu site para que lojistas menores possam oferecer seus produtos em troca de uma porcentagem das vendas. Desta forma, você consegue instantaneamente ter um bom fluxo de pessoas visualizando seus anúncios, o que é ótimo para ganhar notoriedade.

Como montar uma loja de autopeças virtual

Antes de tudo, é muito importante que você conheça o mercado em questão, como anda a taxa de crescimento anual, quais são os custos de material, como obter lucro e também fazer um estudo acerca dos principais concorrentes do segmento. Feito isso, é hora de por as mãos na massa:

  • defina os produtos que serão oferecidos. Na internet, especializar-se em um segmento é mais vantajoso do que ter uma enorme loja ampla;
  • escolha uma plataforma virtual. Existem muitas plataformas, com inúmeros preços e que oferecem características distintas, escolha a que mais se adéqua à sua realidade;
  • invista no marketing. Uma das melhores formas de conquistar clientes é investir em uma boa divulgação, com fotos e textos de qualidade, além, é claro, do patrocínio;
  • realize testes de usuário periodicamente. De tempos em tempos peça para algum conhecido navegar em sua loja e avalie se houve dificuldade para encontrar os produtos desejados.

As lojas virtuais exigem menos custos e têm a capacidade de funcionar sozinhas por muito tempo. O melhor de tudo é que, embora os investimentos sejam menores, a lucratividade pode ser tão interessante quanto a de uma loja física.

Se você deseja montar uma loja de autopeças na internet, curta a nossa página no Facebook e fique por dentro de outras dicas como esta. Nos vemos por lá!

5 dicas de contabilidade e gestão financeira para sua empresa

Toda empresa precisa cuidar de sua gestão contábil e financeira se quiser crescer e sobreviver. E é disso que tratará o presente artigo, onde serão apresentadas cinco dicas de contabilidade, destinadas principalmente ao pequeno e médio empresário.

Se você tem interesse no assunto, então continue com a leitura deste post, pois certamente obterá algumas informações valiosas para administrar sua empresa de uma maneira adequada. Vamos em frente!

1.     Separar o patrimônio da empresa

Este é um ponto fundamental: se você é o proprietário da firma, suas despesas e ganhos pessoais não devem ser confundidos com os recursos da empresa. Mais que um procedimento, deve ser visto como uma atitude constante, sem a qual não haverá como ter um controle e uma gestão empresarial eficientes.

Ao efetuar um desembolso com combustível para seu veículo, por exemplo, você não poderá pagá-lo com dinheiro do caixa da empresa, muito menos registrar esse gasto como se fosse uma despesa dela.

2.     Controlar as finanças rigorosamente

Todas as entradas e saídas de caixa devem ser registradas e controladas com rigor, não importa o valor envolvido: seja um pequeno gasto com material de consumo, seja uma alta quantia recebida de um cliente.

Para isso, existem ferramentas específicas (softwares) que facilitam a realização desse trabalho, como é o caso do Fluxo de Caixa, cujo objetivo é registrar e controlar as disponibilidades (dinheiro em caixa e em bancos) e as contas a pagar e a receber.

Com isso, você sempre saberá sua atual situação financeira, assim como sua posição para os próximos meses, podendo prever e evitar a possibilidade de se trabalhar “no vermelho”.

3.     Cuidar do orçamento

Em todo e qualquer negócio ocorrem diariamente transações que precisam ser acompanhadas de perto: pagamentos (fornecedores, salários, impostos, seguros, manutenção de veículos e de imóveis, etc.), recebimentos (clientes, títulos diversos), consumo de materiais, compras, e assim por diante.

Isso tudo significa a aplicação e o consumo de capitais. Daí a necessidade de você cuidar da questão orçamentária de sua firma. Estamos falando da previsão de receitas e despesas no curto e longo prazo, da necessidade de expandir as instalações para aumentar a clientela, investir em tecnologias, etc.

4.     Automatizar as rotinas administrativas

Atualmente, é impraticável o uso de controles e registros contábeis, financeiros e administrativos em papel — e mesmo em programas de computador isolados. Existem sistemas integrados de softwares, com preços acessíveis e de fácil utilização, que dão conta de todas as rotinas.

Pense no controle de caixa e de estoques, valores a pagar e a receber, impostos, gastos diários, folhas de pagamento, previsões orçamentárias e fluxos de caixa. Com os referidos sistemas, tudo isso poderá ser efetuado num único lugar (plataforma), diariamente e sem grandes esforços, e de modo a gerar relatórios úteis e no momento adequado.

5.     Obter dicas de contabilidade com profissionais

Apenas para exemplificar, se você cuida de uma clínica médica, de uma revendedora de veículos ou de uma agência de viagens, dificilmente terá os conhecimentos e tempo necessários para lidar com a gestão contábil e financeira do empreendimento.

Sendo assim, poderá ser muito vantajoso contratar um profissional ou um escritório competente para executar essa tarefa. A terceirização desse tipo de atividade gera um bom retorno (relação custo/benefício), além de deixar seu tempo livre para cuidar daquilo que você realmente domina: sua especialidade e habilidade específicas, aplicadas em seu negócio empresarial.

profissional da área contábil ou de administração está apto a fornecer assessorias técnicas, as melhores dicas para a tomada de decisões e a acompanhar o desempenho de sua firma a todo o momento.

Gostou deste artigo? Conseguiu esclarecer alguns pontos para bem administrar sua empresa? Esperamos que sim! Além dessas dicas de contabilidade, você poderá obter muitas outras informações relacionadas à gestão e às finanças, que publicamos constantemente.

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Descubra como organizar o planejamento tributário da sua empresa

Toda empresa busca, incessantemente, reduzir custos, pois essa é uma possibilidade de manter o nível de competitividade e ser sustentável no longo prazo. Para isso, é fundamental aprimorar a organização das finanças, gerindo adequadamente o fluxo de caixa. O planejamento tributário é um dos instrumentos mais eficazes para essa tarefa.

Entretanto, a dificuldade no controle financeiro é um dos maiores entraves para o crescimento das organizações, que são pressionadas por uma legislação tributária pesada e confusa. Neste post, nosso objetivo é explicar como um bom planejamento tributário pode ajudar sua empresa a economizar. Confira! 

Entenda o conceito de planejamento tributário e seus objetivos

O planejamento tributário é a análise dos impostos cobrados nas esferas federal, estadual e municipal, com o objetivo de encontrar o modelo de recolhimento de tributos mais vantajoso para a empresa. Os responsáveis por executá-lo deverão avaliar profundamente o funcionamento da organização para encontrar o formato mais adequado à sua situação econômica.

Esse trabalho proporciona uma série de benefícios. O primeiro deles é ter mais facilidade para estabelecer o preço dos produtos e serviços. Consequentemente, haverá mais precisão na hora de estimar os lucros. 

Vale destacar que esse procedimento não tem relação com evasão ou sonegação fiscal. Na verdade, ele serve justamente para evitar os crimes fiscais.

Para otimizar a contabilidade de pequenas e médias empresas, o primeiro passo é conhecer os impostos que incidem sobre as atividades executadas. Trataremos disso a seguir.

Compreenda as características dos impostos

Os impostos servem para sustentar os gastos do governo e podem ser classificados como diretos ou indiretos; proporcionais ou adicionais; regressivos ou progressivos; e extrafiscais ou parafiscais. A obrigação de pagamento surge com a ocorrência do fato gerador. Cada alíquota tem sua própria base de cálculo, que o planejamento tributário procurará entender e aplicar de forma mais adequada.

A lista de tributos e contribuições nos níveis federal, estadual e municipal é muito extensa. Entre os mais conhecidos estão o IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica), o ICMS (Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços) e o ISS (Imposto Sobre Serviços).

Observe a importância de contar com apoio especializado

Evidentemente, lidar com toda a sopa de letrinhas da legislação tributária é uma tarefa de altíssima complexidade. Para evitar os impactos de uma gestão contábil desorganizada, é fundamental contar com o auxílio de especialistas. O excesso de regras e as alterações frequentes exigem um esforço contínuo para que a empresa mantenha-se alinhada à legislação tributária.

Os profissionais responsáveis por esse serviço lançam mão de diversas estratégias para reduzir o peso dos impostos sobre o faturamento. São realizados estudos baseados em projeções financeiras, dados sobre o mix de produtos, folha de pagamentos e muitos outros parâmetros, buscando o regime tributário mais eficiente.

A Executa Contabilidade atua há mais de 30 anos na prestação de serviços das áreas fiscal, contábil, jurídica e pessoal, com foco em pequenas e médias empresas. Se você pretende aperfeiçoar os métodos de gestão do seu negócio, entre em contato conosco. Estamos dispostos a ajudá-lo na missão de implantar um bom planejamento tributário em sua empresa.

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Você sabe como motivar a equipe de trabalho?

Saber como motivar a equipe de trabalho é fundamental para o crescimento e desenvolvimento de um negócio, seja uma microempresa com poucos funcionários, seja um grande empreendimento com centenas de colaboradores.

Se você precisa saber algo sobre o assunto, então continue com a leitura deste artigo, pois aqui trataremos — de forma breve, mas bastante clara — deste instigante tema.

O que é motivação e qual a sua importância

A motivação nada mais é que um estado psicológico de ânimo, disposição ou vontade para fazer algo. A pessoa motivada realiza uma atividade com alegria, voluntariamente, e não por que se sente forçada ou obrigada a fazê-lo.

Suponhamos que você seja um médico e ame a Medicina. O estudo e a prática das coisas relacionadas a essa profissão certamente lhe proporcionarão verdadeiro contentamento.

E qual a importância disso numa empresa? Simples: sem uma equipe bem disposta, não há como atingir as metas e objetivos que a organização se propõe. Afinal, os recursos humanos são um dos mais importantes meios de que ela se utiliza para alcançar seus fins.

Como gerar resultados para a empresa e para os funcionários

Um grupo animado gerará resultados positivos tanto para seus membros (funcionários) como para a própria firma, pois ele será bastante produtivo (realizará suas tarefas com eficiência), sem contar sua influência altamente saudável no próprio ambiente organizacional.

Desse modo, se você deseja liderar de forma eficaz, um bom começo será cuidar do aspecto em questão, pois saber motivar poderá ser o fator chave para o sucesso de seu empreendimento.

Como motivar a equipe de colaboradores

Mas, se estamos falando de algo que é psicológico (ou seja, interno às pessoas), por outro lado esse estado motivacional não se mantém sem alguns elementos relacionados ao ambiente de trabalho e à conduta do líder (que poderá ser um gestor, um diretor, ou mesmo, o sócio da empresa).

Então, acompanhe abaixo algumas dicas que poderão estimular o ânimo e a disposição:

  • promover a comunicação: isso requer saber ouvir, desenvolver a empatia, dar feedbacks, permitir que os funcionários exponham suas ideais etc.;
  • criar um ambiente agradável: aqui você deverá se preocupar em disponibilizar as ferramentas e instrumentos apropriados para a realização das tarefas, a limpeza e higiene dos espaços em que elas são realizadas, aquele lugar reservado para o cafezinho e o bate-papo informal em horários determinados;
  • habituar-se a valorizar: saiba reconhecer o valor daquele que faz ou se esforça por fazer um trabalho bem feito (às vezes, um mero elogio já será o suficiente), transfira responsabilidades (as pessoas se sentem bem quando veem que outros acreditam nelas);
  • estabelecer planos de recompensa: pense em prêmios que motivem as pessoas a conquistá-los (isso tem um efeito simbólico poderoso).

Essas são apenas algumas das medidas que você poderá adotar, pois existem muitas outras. Mas o importante é que os funcionários percebam que eles realmente têm valor, o que só ocorrerá se as intenções forem verdadeiras.

E então, gostou deste artigo? Ele foi útil para o desenvolvimento de sua habilidade relacionada ao assunto de como motivar a equipe? Esperamos que sim!

Aproveite para saber também como treinar e capacitar o grupo de profissionais, pois aqui você encontrará mais um dos elementos que podem gerar a motivação. Até o próximo post!

Aprenda como pagar menos impostos em sua empresa

A legislação tributária brasileira é muito complexa e, por isso, muitos empreendedores sofrem com a alta carga tributária. Assim, é necessário realizar um estudo técnico a fim de identificar algumas maneiras de como pagar menos impostos.

Os regimes de tributação são três: Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real, cada um com suas particularidades. Neste artigo, mostraremos como é possível diminuir a tributação do seu negócio e quais as vantagens oferecidas pelo Simples Nacional para as pequenas empresas. Confira!

Por que os serviços de um contador são importantes?

É normal que você tenha dúvidas referentes ao pagamento de impostos e qual o melhor regime de tributação para seu empreendimento. Se já é complicado para as grandes, imagine para as micro e pequenas empresas.

É essencial que você busque auxílio de um profissional de contabilidade especialista no assunto. Ele será capaz de mostrar os melhores meios de economizar no momento de pagar os impostos e evitar a ocorrência de alguma irregularidade.

O contador também poderá ajudar no momento de realizar o planejamento tributário, aumentando a economia financeira do seu negócio.

O que é o regime de tributação do Simples Nacional?

Com o advento da Lei Complementar n°147/2014, desde 2015 foi permitido que as empresas clínicas de prestação de serviços médicos também fossem incluídas no Simples Nacional.

Nessa categoria, o percentual de impostos pago dependerá da atividade exercida. As clínicas médicas encontram-se inseridas na tabela VI da Lei Complementar n°123. O Simples Nacional é um regime simplificado de arrecadação, fiscalização e cobrança.

Observando a tabela, o percentual é aplicado da seguinte forma:

  • a partir de 16,93% sobre o faturamento bruto, para empresas com rendimento até R$ 15 mil mensais, podendo chegar a 22,45% para empresas com faturamento até R$ 300 mil mensais em média;

  • nesse percentual já está incluso o INSS patronal, produzindo uma economia de 27,8%, que recai sobre a folha de pagamento para a clínica médica;

  • todos os tributos são recolhidos em uma única guia.

Mas atenção! A partir de janeiro de 2018, serão feitas alterações no regime do Simples Nacional. Entre elas, a redução da alíquota para 6% para a tributação de contribuinte pessoa jurídica que possua faturamento de até R$ 15 mil por mês. Porém, será necessário declarar um gasto de aproximadamente um terço desses rendimentos com funcionários.

Quais são as vantagens para as empresas que adotam o Simples Nacional?

Maior comodidade

É mais cômodo, pois em vez de ter que realizar o pagamento de cada tributo em datas diferentes, com o Simples Nacional todos os pagamentos são feitos de uma vez só, em guia única, reduzindo o tempo gasto com essa tarefa.

Redução do valor dos impostos

Quando comparado a outros regimes tributários, o Simples Nacional pode exibir uma diminuição importante nos valores a serem pagos, deixando a carga tributária das pequenas empresas mais leve, proporcionando aplicações em outras áreas.

Redução dos encargos com funcionários

A escolha do Simples Nacional gera uma desoneração da folha de pagamento. Isso quer dizer que fica mais barato manter os colaboradores regularizados, principalmente pelo motivo de você não ter que pagar a quantia referente ao INSS patronal.

Extinção de etapas burocráticas

Algumas burocracias que dificultam todo o processo são eliminadas, como os cadastros estaduais e municipais. Para o empreendimento optante por esse regime, só é necessário o cadastro no site do Simples Nacional.

Regularidade fiscal

Se os pagamentos de todos os impostos forem realizados da maneira correta, a empresa fica regular perante o fisco. Com isso, os riscos de problemas tributários são reduzidos, trazendo mais segurança para a organização, que encontrará menos obstáculos no momento de adquirir créditos, por exemplo.

Aumento da competitividade

Possuindo mais recursos para investimento, você poderá aprimorar seu negócio, visando crescimento, longevidade e competitividade. Com um bom planejamento tributário, medidas estratégicas e escolha do regime tributário ideal, fica mais fácil de identificar como pagar menos impostos, além de conseguir mais recursos financeiros para investir no desenvolvimento da sua empresa.

Você curtiu este post? Então continue visitando nosso blog e leia o artigo Afinal, como a contabilidade trabalhista pode ajudar minha empresa? e entenda mais sobre o assunto!

Como organizar a recepção da clínica: aprenda com 4 dicas

A recepção da clínica merece um cuidado todo especial por parte dos médicos ou administradores do negócio. Afinal, estamos falando do ambiente onde o público receberá informações importantes sobre o seu prontuário e aguardará para ser atendido.

Por vezes, essa espera será maior que o desejado pelo paciente, podendo ultrapassar o limite do razoável. É natural que seja assim, pois imprevistos acontecem em qualquer tipo de serviço. Tal condição só reforça a necessidade de estruturar um ambiente de forma a proporcionar conforto e um bom atendimento.

Pensando nisso, reunimos no post de hoje 4 dicas sobre como organizar a recepção da clínica. Não deixe de conferir!

1. Otimização do atendimento

O mínimo que se espera do atendimento em qualquer recepção é a apresentação de informações precisas sobre o serviço ali prestado. No caso de clínicas médicas, essas informações dizem respeito a agendamento de consultas, a especialidades dos médicos e o acesso a receitas e exames.

Tudo parece muito simples. Porém, existem centenas de maneiras de falhar nesse sentido. A mais comum delas são as famosas informações desencontradas.

Estamos falando daquela consulta marcada para hoje, mas que, na verdade, teve que ser remarcada por não “caber” na agenda do médico. Ou, ainda, o plano de saúde que, em tese, seria aceito na clínica, mas já não há contrato em vigência.

Todas essas categorias de falhas e imprecisões no atendimento não podem acontecer, pois representam uma perda terrível de credibilidade para a clínica frente a seu público.

O ideal, portanto, é investir em um bom treinamento de pessoal a fim de alinhar todos os processos de trabalho da clínica. Além disso, a informatização de prontuários e agendamentos também pode contribuir muito para a otimização do atendimento.

2. Segmentação da clínica

Uma situação impensável — mas que acontece — é a centralização de diferentes etapas do serviço de atendimento e administração da clínica na recepção, como entrega de exames, ambientes de espera e, até mesmo, setores ligados à administração.

Isso porque uma recepção sempre lotada não causa uma boa impressão e pode atrapalhar o andamento das atividades de atendimento ao público. O ideal, portanto, é a segmentação da clínica em vários ambientes, deixando a recepção “livre”.

Você pode, por exemplo, destinar uma sala apenas para atividades administrativas. Outra somente para entrega de exames e receitas. Separe também um ambiente apenas para as pessoas aguardarem o atendimento tranquilamente, sem barulho ou grande trânsito de pessoas.

3. Investimento em infraestrutura

Conforto e boa infraestrutura valorizam muito a recepção da clínica. Nesse sentido, podemos ressaltar algumas iniciativas que merecem ser implementadas:

  • mobílias novas e integradas à decoração;

  • cadeiras e sofás confortáveis;

  • ambiente sempre limpo;

  • oferta de opções de entretenimento e distração, como revistas, rede WiFi e TV;

  • água, café e biscoitos à vontade.

4. Conheça a opinião dos pacientes

Mais do que levar em consideração todas as dicas citadas até agora, você deve ouvir a opinião dos seus pacientes. Essa, na verdade, é a chave do sucesso para o desenvolvimento de qualquer negócio.

Na prática, isso significa conhecer o seu público para atendê-lo naquilo que for possível e, assim, conquistar a fidelização. Existem vários canais de comunicação que podem ajudá-lo nesse sentido, como formulários do tipo “reclame aqui ou faça um elogio” e a presença constante nas redes sociais.

Redes sociais? Claro! Atualmente, todo negócio deve investir em presença digital a fim de conferir autoridade à marca e permanecer mais próximo a seus clientes. Para as clínicas médicas a situação não seria diferente.

Ao falarmos sobre como organizar a recepção da clínica, destacamos a necessidade de treinar seu pessoal, não é mesmo? Para que possa se aprofundar nesse tema, convidamos você a ler mais este artigo do nosso blog que mostra sobre como delegar tarefas e dar autonomia para a sua equipe.

Além disso, a Executa Contabilidade está disponibilizando gratuitamente um Ebook específico para organizar e estruturar a gestão financeira de clínicas médicas, afinal de contas, toda empresa para prosperar precisa ter uma boa administração financeira. Para receber, basta clicar no banner abaixo! Boa leitura!

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Quais são as responsabilidades de um contador?

O contador dedica anos de estudos à ciência da contabilidade, sempre acumulando conhecimento sobre a matemática envolvida na contabilização e no controle do patrimônio de uma entidade. Por essa razão, esse profissional surge como um elemento-chave para o desenvolvimento de qualquer negócio, seja empresa, escritório, clínica médica, entre outros. Entretanto, você realmente sabe quais são as responsabilidades do contador?

Pensando nisso, preparamos o artigo de hoje para ajudá-lo a ficar por dentro do assunto. Acompanhe a leitura e saiba mais!

Qual é a formação do contador?

Primeiramente, é importante distinguir o técnico em contabilidade do contador. O primeiro (também conhecido como contabilista) apenas executa a função técnica da contabilidade, e sua formação é concebida por um curso técnico profissionalizante de nível médio.

Já o contador é bacharel em Ciências Contábeis, formação que acumula as funções acadêmicas e técnicas da contabilidade. O estudo realizado por esse perito é excepcionalmente amplo, pois abrange conhecimentos em matemática financeira, leis fiscais, direito tributário, direito trabalhista, entre outros. Almejando se tornar ainda mais capacitado, o profissional pode realizar cursos de especialização em qualquer uma das áreas citadas.

Quais são suas funções?

Em termos gerais, o contador lida com a área patrimonial, controlando a receita, a despesa e o patrimônio líquido de uma empresa. Além disso, exerce influência significativa nos setores econômico e financeiro, pois organiza e executa funções como escrituração dos livros contábeis, revisão de registros e elaboração dos balanços e demonstrações contábeis.

Outras atribuições incluem efetuar a declaração de imposto de renda e demais tributos relevantes; cuidar da documentação fiscal, da abertura e do fechamento da empresa; fornecer assistência ao conselho fiscal e aos proprietários; realizar o enquadramento dos regimes tributários mais benéficos para a companhia, entre outras.

Com todas essas incumbências, o contador possui funcionalidades que se encaixam em qualquer espécie de entidade: pública, privada, organização não governamental e, até mesmo, atuante no setor militar.

Como são definidas as responsabilidades do contador?

Por outro lado, essa abrangente utilidade também traz um grande número de responsabilidades, na medida em que qualquer erro cometido pode resultar em graves punições ao contador.

Uma dessas obrigações consiste na observância compulsória do Código de Ética do Profissional Contabilista (CEPC) — que contém preceitos os quais o profissional deve sempre carregar consigo na sua rotina. Além da ética, há três vertentes de responsabilização do contador, a saber:

Responsabilidade Civil

Ocorre quando o contador infringe os deveres legais ou contratuais e causa prejuízos a terceiros. A responsabilidade se resume na obrigatoriedade do profissional de reparar todos os danos em um prazo de cinco anos, mesmo que não tenha sido intencional. Esse período é contado do momento que se toma conhecimento do ocorrido. Na hipótese de haver culpa parcial do cliente, ele e o contador responderão de forma conjunta.

Responsabilidade Tributária

Essa modalidade de responsabilidade consiste na confirmação por assinatura de atos falsos e de escrituração irregular com o fim de fraudar os impostos. Essas práticas são consideradas crimes contra a ordem tributária e puníveis com reclusão (recolhimento à cela prisional) e multa.

Responsabilidade Criminal

Aqui se encaixa qualquer ato previsto no Código Penal Brasileiro que esteja atrelado à função do contador, como, por exemplo, a alteração indevida nas carteiras de trabalho ou nas folhas de pagamentos de funcionários. A ocorrência será considerada crime e as punições são as previstas na lei.

Quais ações não são de sua responsabilidade?

É importante destacar que várias funções não são de responsabilidade do contador. A gestão financeira da empresa, por exemplo, é do empreendedor, pois é ele quem detém o controle sobre as finanças do negócio. Portanto, cabe a ele gerir esse departamento e responder por eventuais falhas decorrentes de sua administração.

Além disso, o empresário é o devedor principal das faltas de cumprimento das leis fiscais e das omissões da contabilidade, e responderá majoritariamente pelos erros tributários, cíveis e penais insurgidos no negócio.

Com a leitura deste artigo, pode-se concluir que as responsabilidades do contador abrangem um extenso leque de departamentos empresariais. Logo, a contratação desse profissional aprimora exponencialmente a produtividade nesses setores e, consequentemente, a lucratividade do negócio de forma generalizada.

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