Varejo: 5 dicas para vender mais!

No mercado atual não há espaços para aventureiros. A econômia brasileira vem se recuperando de uma grave crise financeira que assolou diversos setores, dentre os mais prejudicados (e com maiores perspectiva de crescimento) está o do varejo.

 

Nesse segmento, uma frase serve como mantra: “quem não é visto, não é lembrado”. Isso quer dizer que o marketing, seja o digital ou mesmo o físico é de grande importância para prosperar nesse meio.

 

Nesse texto, nós decidimos listar 5 dicas para você se sair bem no mercado varejista e ficar um passo a frente da sua concorrência.

 

1 – O segredo não está no produto, mas sim na oferta

O grande obstáculo do mercado varejista é a questão da oferta. Afinal de contas, a concorrência está em todo lugar!

O mercado que repassa a mercadoria para o consumidor final está abarrotado de empresas, sejam as gigantes do verejo, ou mesmo pequenas empresas familiares. A questão que fica é: como se destacar nesse meio?

Bom, não há uma formula mágica que funcione para todos, disso você já deve saber. Contudo, existem caminhos que já foram testados e que demonstram um resultado sólido para os empresários que buscam expandir os seus negócios.

Esse caminho tem um nome: Marketing. Pode não parecer nada inovador, mas é a realidade. O investimento em propaganda e divulgação do estabelecimento é um ponto fundamental para o sucesso do empreendimento.

“Quem não é visto não é lembrado”, você precisa ser visto.

Vale a pena dizer também que, diariamente os consumidores são bombardeados com a divulgação para massas, que pode ser feita por meio de outdoors, cartazes, revistas ou qualquer meio que atinja uma grande parcela da população.

Para se destacar em meio a essa multidão de fornecedores, é necessário achar o ponto certo da sua clientela! Talvez uma abordagem mais pontual e pessoal seja mais eficiente do que grandes e caras publicações.

O importante é não ficar escondido. 

 

2 – Tecnologia!

Ah, a tecnologia! Quando falo dela, estou me referindo a acessibilidade, comodidade, inovação e facilidade.

Todas essas características se encaixam nesse tópico. Isso porque, hoje em dia, o consumidor está procurando cada vez mais facilidade em seus gastos, o que engloba compras online, delivery, atendimento online…

Veja um exemplo, é impensável um comércio que não aceite cartão de crédito/débito, ou uma loja que não tenha um site.

Portanto, uma grande carta na manga está na inovação que você entrega para o seu cliente. Um aplicativo de celular, um pedido online, uma facilidade para conseguir encontrar o seu produto, isso com toda certeza faz a diferença.

Além disso, não é apenas na venda que a tecnologia faz a diferença, é também na manutenção do seu empreendimento organizado. O que quer dizer que um bom programa de gestão financeira, um programa de controle de estoque, tudo isso garante ao empresário um controle de seu negócio.

Nesse ponto, é interessante também saber quais os benefícios de terceirizar sua contabilidade, sendo essa área, importantíssima para a correta gestão e legalização das suas transações econômicas.

É necessário que o empreendedor esteja por dentro desse movimento tecnológico, que saiba interagir com esses recursos e os utilize a seu favor.

 

3 – A primeira impressão é a que fica

Como estamos falando de visibilidade, isso vale tanto para o ambiente online quanto para estabelecimentos físicos.

Quando um consumidor entra em uma loja (online ou não), a ideia de organização, setores, divisão, clareza, deve ser instantânea em seu pensamento.

Entender onde o produto que está procurando se encontra, caminhar (ou navegar) de maneira natural e intuitiva, ter uma visão clara de todo o espaço do empreendimento faz toda diferença.

Essa questão deve ser bem trabalhada, pois é crucial para o retorno desse cliente ou não.

Por isso, sempre recomendamos aos nossos clientes que testem os acessos as suas lojas. Pedir a opinião de amigos sobre a facilidade para encontrar seu endereço, sobre a resposta obtida online e coisas do tipo. Tudo isso aperfeiçoa o atendimento e garante mais vendas.

 

4 – Equipe motivada, investimento no atendimento

Já aconteceu com você de ser tão bem atendido pelo vendedor ou pelo atendente de telemarketing que acabou comprando até a mais do que pretendia?

Então, é esse tipo de atendimento que você deve buscar no seu estabelecimento. Carisma e prestatividade são a chave do sucesso.

Obviamente, falar isso é mais fácil do que explicar como treinar e capacitar sua equipe para melhorar os resultados, mas o objetivo aqui não é te transformar em um super empresário-coach descobridor de talentos para vendas. Longe disso.

Com esse breve texto, buscamos apenas expor o que faz um bom gestor, que provavelmente irá obter sucesso em sua empresa, e um gestor não tão bom, que irá lutar para manter as portas abertas.

Por isso, investir em treinamentos, em capacitação de pessoal, é de grande importância para o crescimento no mercado.

 

5 – Busque parcerias

Como ultima dica, nós escolhemos o Networking. Isso é, o contato que você deve fazer com os empresários do seu ramo.

Esse contato faz toda diferença, porque, apesar dessas pessoas não comprarem diretamente o seu produto, eles entendem quais são as dificuldades e as saídas para situações que você enfrenta no seu dia-a-dia.

Essa troca de informações pode ser muito útil para poupar tempo e dinheiro no seu empreendimento.

Além disso, outro ponto muito interessante de possuir uma ampla rede de parceiros do seu ramo, é a possibilidade de entrar/criar uma associação. O que quer dizer apoio mútuo entre os participantes no que tange ao marketing, a compra de fornecedores, a funcionários especializados….

Enfim, uma rede forte de empresários só tem a crescer e a aumentar o ganho de todos.

 

Para finalizar,

Está claro que fazer uma empresa varejista crescer não é nada fácil. São inúmeros desafios que o empresário deve enfrentar para poder prosperar nesse negócio.

 

Contudo, com calma e dedicação, esses objetivos são plenamente possíveis de serem realizados. Vale ainda destacar, que um dos grandes (se não o maior) aliados do empresário está o contador. Isso porque, é esse profissional que irá embasar as decisões do empreendedor, com números e cálculos fundamentais.

 

Por isso, saber como uma gestão contábil desorganizada pode afetar a sua empresa é imprescindível para o sucesso do seu negócio!

 

Assim, esperamos que tenha gostado do nosso breve artigo, e que essas dicas sejam úteis para o sucesso do seu empreendimento! Aproveite e curta nossa Pagina no Facebook e fique por dentro das novidades do mundo empreendedor.

8 Filmes que todo empreendedor deveria assistir

Existe um momento pelo qual todo empreendedor passa: vai batendo um desanimo, contas para pagar, o lucro não cresce, problemas com funcionários, essas coisas.

 

Se você está nesse momento ou simplesmente não sabe como dar os primeiros passos para abrir um empreendimento e está buscando inspiração, vamos listar 8 filmes que podem te ajudar a encontrar o empreendedor que está escondido em você.

 

Nós prometemos não dar muito spoiler, vamos a lista:

 

1 – Fome de Poder

O filme conta a história de crescimento da rede de fastfood mais famosa do mundo e serve de exemplo de como uma ideia inovadora e muito boa, sem a visão de expansão que um empreendedor tem que ter do mercado, não garante absolutamente nada!

 

Obviamente, depois desse filme, todos irão tomar muito cuidado na hora de fazer negócios, afinal “Negócios são como guerra. É cachorro comendo cachorro, rato comendo rato. Eu quero me antecipar, eu quero vencer.”

 

Assistir esse filme causa uma certa raiva e admiração pelo personagem Ray Kroc. Isso porque, ao mesmo tempo que ele tem uma ganância gigantesca, estando disposto a passar por cima de qualquer um para alcançar seus objetivos, a destreza com a qual ele expande seu empreendimento, sua visão de mercado e espirito empreendedor são dignos de destaque.

 

Com certeza, um filme inspirador.

 

2 – A procura da felicidade

Sem dúvida o filme mais emocionante da lista. Acompanhar a história de Chris Gardner, interpretado por Will Smith, buscando uma melhor condição de vida para ele e para seu filho pequeno é fenomenal.

 

Além de uma brilhante interpretação, as mensagens que o filme passa com certeza inspiram a vida de quem está empreendendo e mostram que com trabalho duro e dedicação é possível alcançar seu objetivo.

 

“Nunca deixe que lhe digam que você não pode fazer algo.”

 

3 – O lobo de Wall Street

Uma palavra define a história contada nesse filme: Ambição. A ambição do personagem principal não tem limites, ele está disposto a fazer qualquer coisa e a aproveitar qualquer oportunidade que tiver para poder crescer na vida e no mercado americano.

 

Apesar da jornada do protagonista ser o foco do filme, é importante perceber como ele alcança seus objetivos, como consegue identificar uma oportunidade e deixar de trabalhar para alguém e abrir o próprio negócio.

 

Empreender é isso, assumir riscos, apostar sua vida em uma oportunidade e se dedicar para alcançar o que deseja, essa é a mensagem passada pelo filme.

 

4 – O homem que mudou o jogo

Esse filme conta a história do gerente do time de baseball Oakland Athletics na década de 1980, um time sem muito destaque e com poucos recursos financeiros que conseguiu uma grande reviravolta e se tornou uma potência em pouco tempo.

 

O interessante, é que o filme aborda como uma lição, o fato de que mesmo competindo com uma concorrência absurdamente mais qualificada e com mais capacidade financeira, é possível crescer e prosperar no mercado.

 

Saber como motivar a sua equipe de trabalho, seja em um time ou em uma empresa é fundamental para o sucesso desse empreendimento. Todos devem estar lutando para levar o negócio para frente, sempre buscando aperfeiçoamento.

 

5 – Menina de ouro

Menina de ouro não fala de grandes quantidades de dinheiro ou de gestão empresarial diretamente. A sua mensagem é a superação dos obstáculos.

 

Grandes dificuldades existem na vida da maioria das pessoas, assim, cabe a você levantar cedo todos os dias para buscar alavancar seu empreendimento, se dedicar a aprender mais sobre a gestão financeira, sobre a contabilidade, sobre a folha de pagamento, marketing comercial e etc…

 

Enfim, sempre existe algo que possamos fazer para poder melhorar nossa empresa.

 

6 – Jobs

No início do filme você até que fica com raiva do grande criador da Apple, isso porque o longa não esconde o lado egocêntrico e “babaca” do Steve, sempre disposto a passar por cima de amigos ou de relacionamentos para alcançar seu objetivo.

 

Contudo, essa abordagem realista do gênio é apenas um pano de fundo para a verdadeira ideia do filme: mostrar o quão visionário foi Steve Jobs. Uma leitura de mercado fantástica, aliada com um plano de marketing primoroso são as qualidades mais pungentes dessa figura.

 

O filme inspira ao mostrar as grandes oportunidades agarradas por um empreendedor que começou em uma garagem e sabia muito bem onde queria chegar.

 

7 – O poderoso chefão

Um clássico do cinema mundial. De fato, O poderoso chefão já é um filme consagrado na cultura ocidental. Entretanto, gostaríamos de chamar atenção para a forma como o filme trata os negócios da família Corleone.

 

Apesar de ser uma organização criminosa, a máfia retratada pelo filme possui várias qualidades que são desejadas em empresas de qualquer porte: A liderança por um indivíduo capacitado, funcionários qualificados e motivados, sólida e ampla rede de fornecedores e clientes, etc…

 

Enfim, se Vito Corleone fosse um empresário de uma empresa legal, teria muitos ensinamentos a passar.

 

8 – A grande aposta

Entender o mercado financeiro não é fácil, é um assunto recheado de termos técnicos que não parecem fazer o menor sentido para quem não trabalha em uma bolsa de valores.

 

Eis a grande sacada do filme: explicar de forma didática, até para os mais leigos, o que aconteceu na crise imobiliária norte-americana que se alastrou pelo mundo em 2008.

 

O longa conta a história de investidores que tentaram, e conseguiram, ganhar dinheiro ao prever uma crise que ninguém esperava. Mais uma vez destacando os principais pontos que um empresário precisa ter: visão de mercado e coragem para apostar.

 

 

Faça a pipoca, se ajeite no sofá e prepare-se para se inspirar!

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Até a próxima! 

7 passos para encerrar uma empresa

Tomar a decisão de fechar as portas da empresa não é nada fácil. Contudo, em determinadas situações, essa pode ser a escolha mais certa a ser feita. Ao fechar a empresa quitando todos os débitos com o governo você evita diversos problemas que podem ocorrer, como o processo de falência judicial. Por isso, essa decisão, que cabe apenas ao empresário, deve ser entendida em sua totalidade, dando atenção ao que é necessário para uma baixa legal do CNPJ.

 

Ninguém gosta de falar sobre esse assunto, mas acontece que não podemos nos enganar e pensar que isso nunca pode acontecer. Na iniciativa privada, o empresário sabe que fechar as portas é um dos piores, se não o pior medo da sua atividade.

 

Assim, para ajudar nessa complicada missão, iremos elaborar um passo a passo do que se deve fazer para dar baixa na empresa e ficar em dia com o governo, evitando futuros problemas judiciais.

 

É importante também, dizer que aqui falaremos da baixa na empresa que não encontra-se atolada em dívidas, com processos judiciais, penhora de bens e etc… A falência judicial (Lei 11.101/2005) será abordada em outro artigo.

 

Portanto, vamos tratar do empresário consciente, daquele que entende que não obteve êxito na sua tentativa de empreender, e prefere fechar as portas do que contrair dívidas e enfrentar um processo de falência.

 

Vamos ao passo a passo?

 

1 – Elaborar o distrato social

O distrato é a ata de encerramento da empresa, os sócios devem se reunir e assinar esse documento comprovando que estão de acordo com o fim da atividade empresarial. É interessante, para a confecção desse documento a contratação de um profissional, como um contador ou um advogado, isso porque, existem exigências legais que devem ser atendidas.

 

Caso os sócios não estejam de acordo com o fim da sociedade será preciso encontrar um mediador (novamente, pode ser o próprio contador da empresa ou um advogado) para auxiliar e entrar em um acordo sobre o futuro da empresa.

 

E se mesmo com o auxílio externo o conflito não acabar, a última alternativa é uma Ação de dissolução da sociedade na justiça, o que tornará o encerramento da empresa demorada e muito onerosa.

 

2 – Verificar débitos previdenciários

O segundo passo é verificar se existem pendências previdenciárias, mesmo que a empresa não possua empregados.

 

Caso o recolhimento de todas as contribuições previdenciárias tenham sido feitas corretamente, o comprovante será emitido em conjunto com a certidão conjunta da RFB, a qual trataremos no item 5.

 

E se for constatado que existem pendências (entre a Guia da Previdência Social ou FGTS e as informações a Previdência Social – GFIP), será necessário que um contador seja acionado para emitir as guias a serem pagas ou fazer um parcelamento.

 

3 – Obter o Certificado de Regularidade do FGTS (CRF)

O CRF é obrigatório para dar baixa na empresa, ela tendo funcionários registrados ou não. O recolhimento do FGTS deve estar em dia e a certidão pode ser tirada gratuitamente pelo site da Caixa (www.caixa.gov.br).

 

4 – Baixa no Estado e no Município

Todas as empresas, para existir, são cadastradas no sistema da prefeitura do município no qual possui sua sede ou filial. Por isso, para fechar a empresa, é preciso retirar o nome do empreendimento desse cadastro.

 

Para isso, é preciso ter em mente que cada prefeitura estabelece a sua própria lista de documentos, taxas e tempo que isso demora. Por isso, você deve entrar em contato com a secretaria de finanças do seu município para se informar a respeito do seu caso concreto.

 

Já com relação a inscrição estadual, nem todas as empresas são obrigadas a possuir. Para aquelas que pagam o ICMS, é necessário procurar a Secretaria da Fazenda estadual para proceder a baixa do cadastro.

 

5 – Ministério da Fazenda

Enfim chegamos as questões federais, calma que falta pouco!

 

Para atestar estar em dia com os tributos federais (IRPJ, PIS, COFINS, CSLL caso seja empresa do sistema Lucro Presumido, e o DAS caso seja optante pelo Simples Nacional), o cidadão deve solicitar a Certidão Negativa Conjunta. Essa certidão une os dados da Receita Federal Brasileira e da Procuradoria da Fazenda Nacional, bem como os dados previdenciários.

 

Podendo ser obtida por meio da internet no site da PGFN (www.pgfn.fazenda.gov.br/) ou no próprio site da RFB (http://idg.receita.fazenda.gov.br/).

 

6 – Arquivar documentos na Junta Comercial

Após esse longo caminho, para poder arquivar o seu distrato é preciso apresenta-lo na Junta Comercial do seu Estado juntamente com o comprovante de quitação do Item 3 e 5 deste texto.

 

O arquivamento do distrato se dará portanto, após o pagamento de uma taxa a Junta Comercial, estabelecida por cada Estado.

 

7 – Dar baixa no CNPJ

Finalmente, após toda essa burocracia e todas as taxas pagas e em dia com o Estado, é possível dar a baixa no CNPJ da empresa e deixar de existir no mundo jurídico.

 

Para dar a baixa no CNPJ, você deve acessar o Coleta Online da RFB, no qual será gerada a solicitação de cancelamento do CNPJ e o Documento Básico de Entrada (DBE). Esse documento deve ser assinado com firma reconhecida em cartório.

 

Pronto, agora basta apresentar o DBE na RFB, em duas vias, juntamente com o distrato social devidamente chancelado pele Junta Comercial. Se não houver nenhuma pendência, a baixa do CNPJ vai ser realizada em três dias.

 

 

Após todo esse caminho, é muito importante dizer que esse tipo de baixa na empresa é o melhor possível para encerrar as atividades. Isso porque, como veremos em outro artigo, a falência decretada judicialmente (quando ao invés que passar por toda essa burocracia o empresário passa a contrair dívidas e mais dívidas para se manter funcionando) é um procedimento muito mais agressivo.

 

Vale ainda dizer, que estamos em um período de “desburocratização” desse sistema. O profissional contábil está por dentro de todos as atualizações que estão ocorrendo, sendo muito mais prático, simples e rápido a contratação desse profissional para a realização da baixa.

 

Gostou do artigo? Gostaria de saber mais sobre o mundo empresarial e o papel da contabilidade para evitar problemas financeiros e a quebra da empresa? Então leia nosso artigo sobre quais os benefícios de terceirizar sua contabilidade e curta nossa página no Facebook!

Como dar os primeiros passos em um empreendimento?

A grande maioria das pessoas que procuram o nosso escritório para abrir uma empreendimento não possuem conhecimento da dificuldade que é empreender no nosso país. Isso porque, não se trata apenas de abrir um CNPJ e começar a trabalhar.

 

Para que uma empresa prospere e dê lucros é preciso seguir alguns passos básicos para agir e cumprir as exigências legais e do mercado. Criar uma empresa, de forma nenhuma é garantia de renda alta.

 

Por isso, decidimos colocar em um texto 3 passos para quem tem vontade de empreender e não sabe por onde começar. Esperamos que esses conselhos sejam de grande utilidade para empresários iniciantes que almejam abrir sua microempresa ou seu MEI.

Sem mais delongas:

 

1 – Ideia

Uma boa parte de quem quer abrir uma empresa e dar os primeiros passos como empregador e acabam procuram o auxílio do nosso escritório para realizar esse desejo possuem apenas a ideia.

 

Logicamente, uma boa idealização sobre determinado ramo do mercado tem o seu valor, mas apenas a ideia não serve de nada. É preciso ter em mente que ideias todos tem, algumas muito boas e outras nem tanto, e o importante mesmo é dar o próximo passo para a concretização desse plano.

 

2 – Planejamento

Como dito, poucas pessoas se planejam para aplicar a sua ideia. Esse é o passo que vem antes da abertura do CNPJ e da efetiva execução prática do seu negócio. Vamos dividi-lo em 3 bases:

  • Estudo:

É de grande importância que você faça um estudo do seu empreendimento antes de aplicar dinheiro nele. Isso quer dizer que é fundamental escolher um bom ponto comercial, que seja acessível ao seu público alvo, Observar a concorrência com quem você irá disputar seu lugar no mercado, Conhecer o custo da empresa que você deseja abrir (custo tributário, de operação, de fornecedores, da folha de pagamento).

 

Isso são coisas que fazem toda a diferença entre uma empresa que irá prosperar ou uma que se juntará as estatísticas brasileiras de que 60% das empresas fecham antes de completar 5 anos.

  • Cursos tecnicos:

Além do estudo concreto dos temas listados acima, focar em cursos profissionalizantes também é imprescindível. Possuir um conhecimento técnico de como funciona a área de atuação da sua empresa, seja na gestão empresarial ou mesmo na parte operacional é de suma importância para um negócio ser bem sucedido.

 

O Sebrae oferece inúmeros cursos para capacitar você tecnicamente para administrar uma empresa. Existem cursos a distância (EAD), planilhas, textos, e diversas outras possibilidades de aprender mais sobre esse meio empresarial.

 

Conhecer como montar um plano de negócios estruturado, onde encontrar fornecedores mais em conta, saber quais indicadores financeiros você precisa analisar são coisas fundamentais. Por isso, não subestime esses cursos, eles com certeza só irão ajudar.

  • Auxílio profissional:

Para o empresário iniciante, é interessante poder contar com o apoio de um parceiro mais experiente. Normalmente, esse parceiro é um escritório de contabilidade, por isso é muito importante saber como não errar na hora de escolher um.

 

Isso porque, existem muitas coisas que você só aprende no dia-a-dia do negócio, tanto na área tributária quanto nas áreas operacionais. Contar com um escritório que pode te auxiliar com relação as dúvidas, que cuida da parte legal do seu negócio, da parte burocrática, com certeza ajuda muito.

 

Dessa forma, para abrir uma empresa que não irá fechar rapidamente (como a maioria) é necessário gastar um tempo estruturando e amadurecendo a sua ideia. Esse investimento prévio de tempo e até mesmo algum valor financeiro, evita desperdícios e endividamentos futuros, evita problemas que você pode ter com a legislação e com o mercado. Por isso, nunca se deve desprezar a parte do planejamento empresarial.

 

3 – Execução

Depois de devidamente estruturado o seu plano de negócios, seu estudo de local comercial, concorrência, mão de obra necessária, tributação e tantas outras coisas, vamos passar para a parte mais difícil: colocar a mão na massa.

 

É nesse estágio que você vai começar a trabalhar no seu ramo escolhido, seja um restaurante, uma loja de autopeças, um prestador de serviço. É agora que você deve ter estrutura para poder pensar em 3 profissionais que serão de fundamental importância para o desenvolvimento do seu empreendimento.

 

Obviamente, se você optar por um MEI, você deverá possuir essas 3 qualidades. Isso não é impossível, mas é bastante complexo de ser feito. Vamos aos perfis:

  • Financeiro:

Controlar as finanças, saber onde se pode cortar gastos e despesas, conseguir o melhor preço com fornecedores. Isso tudo é tarefa para alguém que tem a capacidade de lidar bem com as finanças da empresa.

 

O financeiro é o coração do empreendimento, não existem espaços para erros. Uma gestão financeira desorganizada afeta toda a estrutura do negócio e é um forte motivo para a baixa da empresa.

 

Por isso, ter alguém capacitado para cuidar dessa parte, e apenas dela, é uma forma de evitar erros, evitar gastos desnecessários, enfim, manter a saúde financeira do negócio.

  • Marketing:

Existe um ditado atual que diz: “se sua empresa não está na internet, ela não existe”. Pode parecer exagerado, mas é exatamente assim que o mercado está se desenvolvendo, conseguir um lugar no mercado hoje depende muito da sua relação com o marketing.

 

Esse setor é fundamental em um empreendimento que busca crescer e expandir sua rede de clientes. Afinal de contas, não adianta nada ter uma ótima ideia se você não é capaz de atrair compradores e vender para esses compradores. Sem receita, o caixa não roda, e a empresa quebra.

 

Por isso, investir em alguém para cuidar do marketing, da área comercial do negócio é um grande passo para o sucesso empresarial.

  • Processos internos:

Esse setor é como um “controle de qualidade”, ele é importante para manter o nível dos produtos vendidos ou do serviço prestado. Isso porque, não adianta nada ter uma ideia ótima, um grande planejamento, um controle financeiro impecável, um marketing que atrai o cliente, se o produto em si, que é a grande causa de existir do empreendimento, é de baixa qualidade.

 

Dessa forma, um profissional que cuida somente do aperfeiçoamento do seu produto/serviço é ótimo para criar o nome da marca, agradar ao público alvo, buscar seus anseios e reclamações visando sempre evoluir.

 

Seguindo esses passos simples, é plenamente possível abrir uma empresa e obter êxito e lucro no mercado atual. Não é um caminho fácil mas feito com dedicação, sem dúvida, trará resultados.

 

 

Espero que tenha gostado do artigo, se achou interessante e gostaria de saber mais sobre o mundo empresarial e sobre o papel da contabilidade como braço direito do empresário, curta nossa página no Facebook.

 

Até a próxima!

Como planejar e pagar a folha de pagamento?

Um ponto chave para um empreendimento alcançar o sucesso é o bom relacionamento entre o empregador e os empregados. Saber como treinar e capacitar sua equipe para alcançar melhores resultados e cumprir suas obrigações legais são de fundamental importância para que essa relação seja em prol do crescimento empresarial.

 

Dito isso, um empresário sabe muito bem que o maior gasto da empresa é justamente a folha de pagamento. Controlar com eficiência esse importante setor em um empreendimento pode ser algo bastante complicado se não possuir as ferramentas e o conhecimento adequado.

 

A folha de pagamento influencia diretamente na contabilidade e gestão financeira que o empresário, principalmente o pequeno e o médio, deve realizar para manter as contas em dia e evitar problemas futuros.

 

Nesse sentido, iremos listar os dois pilares que são imprescindíveis aos gestores de empreendimentos para administrar com sucesso o RH da empresa:

 

 

1 – Conhecimento da legislação trabalhista e dos encargos devidos.

Tornar-se um empregador não é apenar possuir um capital inicial (ou pedir um financiamento) e abrir um CNPJ. Para o empreendimento crescer e gerar lucros é preciso um grande estudo por parte desse empresário, e é nesse ponto que a legislação trabalhista é fundamental.

 

Entender que existem férias, adicional de férias, insalubridade, licenças, horas extras, 13º salário, adicional noturno, entre outros encargos e benefícios é trabalho do empregador. Todo esse montante deve ser devidamente calculado e levado em conta na folha de pagamento.

 

Uma dica eficiente é fazer mensalmente uma reserva monetária para pagamento das obrigações trabalhistas anuais (férias e 13º salário) ou rescisões. Convencionou-se que um funcionário custa à empresa, mensalmente, mais que o dobro do valor do salário que recebe. Sendo assim, pode-se criar uma média mensal de valores para reservar e aplicar na poupança ou outro fundo de investimento.

 

Além de um forte estudo e fazer sozinho toda essa parte existe outra opção, uma saída muito comum desses empresários que precisam desse precioso tempo ou que realmente precisam de ajuda nessa parte trabalhista/fiscal é usufruir dos benefícios de terceirizar sua contabilidade deixando para profissionais todos esses cálculos.

 

Isso porque, o contador deve ser o braço direito do empreendedor, e antes de qualquer tomada de decisão (como demitir ou contratar um novo funcionário) são os números que irão apontar se essa escolha irá refletir em bons ou maus resultados.

 

O modo como a contabilidade trabalhista pode ajudar a sua empresa a crescer é incrível, entenda:

  • Poupa tempo para o empresário focar realmente na sua atividade;
  • Evita erros causados por inexperiência ou desconhecimento da legislação;
  • Segurança profissional, quando se tem um escritório contábil como parceiro, as decisões de gestão ficam muito mais claras;

 

 

2 – Gestão financeira em dia e organizada.

A gestão financeira é o coração pulsante do empreendimento, isso porque, ter conhecimento do fluxo de caixa, saber quanto se paga e quanto está entrando de capital é fundamental para o andamento de qualquer empresa.

 

A primeira vista isso pode parecer simples, mas na vida real essa questão é muito complexa. Fornecedores, clientes, salários, encargos tributários municipais, estaduais e federais, controle de estoque e outros fatores fazem desses cálculos algo que demande tempo e muita organização.

 

A utilização de softwares de gestão financeira é algo que facilita consideravelmente essa organização e o fechamento da folha de pagamento. Empresas como a Nibo ou a Dominio Sistemas são de grande relevância para esse setor trazendo praticidade para algo complicado.

 

Além de organizado, o empresário tem que saber da capacidade financeira do seu empreendimento para a tomada dessas decisões importantes, tudo relacionado a questões trabalhistas impactam diretamente em toda a estrutura empresarial, por isso, é preciso saber muito bem porque, quando e como demitir um funcionário.

 

Vamos dar um exemplo, imaginemos que uma empresa precise dispensar aquele funcionário com mais de vinte anos de casa e não possui o dinheiro para pagar a rescisão. O que se pode fazer?

 

A saída é pegar um empréstimo para o pagamento da multa rescisória e fazer um acordo no sindicato competente para pagamento parcelado da rescisão, conforme condições da empresa.

 

Mas essa saída é para caso de uma rescisão que não pode esperar, porque se puder, é melhor juntar o dinheiro e pagar tudo de vez, evitando juros e multas tanto bancárias quanto trabalhistas.

 

Essa saída é uma opção inteligente e demanda uma visão empresarial do mercado e principalmente da própria capacidade da empresa. Um bom gestor deve estar atento a essas possibilidades e nunca ignorar o valor que um auxilio especializado pode agregar ao seu empreendimento. Manter a folha de pagamento em dia é um dos passos que pode levar sua empresa ao sucesso!

 

 

Gostou do artigo e gostaria de saber mais sobre empreendedorismo e as facilidades que um escritório de contabilidade competente pode trazer para a sua empresa? Então dê uma olhada no nosso artigo sobre as formas de otimizar a contabilidade de pequenas e médias empresas. Curta a gente no Facebook e no Linkedin também!

Até a próxima.

Fui trocado pela concorrência, e agora?

Durante a caminhada de um empreendedor que se propõe a abrir uma empresa na área de prestação de serviço, seja como um profissional liberal ou como autônomo, o principal objetivo é, sem dúvida, constituir uma boa carteira de clientes.

A constituição dessa carteira exige muita força de vontade e determinação do empresário, não é nada fácil conseguir a confiança de um cliente, isso em qualquer área. São inúmeras barreiras que devem ser superadas para se atingir uma estabilidade no mercado, afinal, existem diversas coisas que atrapalham o crescimento da sua empresa.

Nesse contexto, quando seu empreendimento começa a crescer e a conseguir cada vez mais clientes, invariavelmente acontecerá de um dia, algum desses clientes romper com você porque recebeu uma oferta melhor de um concorrente ou simplesmente não está mais satisfeito com o serviço prestado.

E é dessa delicada situação, que eu arriscaria dizer que é um dos piores momentos para um micro-empresário, e de como lidar com ela, que iremos tratar no artigo abaixo.

Vale ressaltar ainda, que não trataremos nesse artigo de relações empresário-Estado, ou seja, não falaremos sobre a questão licitatória envolvendo a prestação de serviço para entes estatais, isso será tema de um artigo exclusivo em breve.

 

COMO REAGIR?

Bom, vamos imaginar: você acabou de receber esse comunicado de um cliente, seja por meios eletrônicos ou pelo próprio telefone. Inicialmente, é importante falar que tudo que afeta nossa renda deve ser tratado com extrema seriedade e profissionalismo, isso significa que a pior coisa que você pode fazer é reagir com agressividade ou indiferença.

É preciso sempre ter em mente o velho ditado “o cliente sempre tem razão”, por mais que você não concorde com a decisão dele. Um grande empresário, Sam Walton, fundador da maior rede de varejo do mundo, a Walmart, tem um valioso ensinamento para passar:

“Clientes podem demitir todos de uma empresa, do alto executivo para baixo, simplesmente gastando seu dinheiro em algum outro lugar.”

E o que isso quer dizer? Quer dizer que você deve ouvir seus clientes.

Por isso, nesse primeiro momento, é extremamente necessário que você pergunte os motivos desse rompimento contratual, entender isso é ter a chave para o sucesso nas mãos. Afinal de contas, são nas derrotas/perdas que nós ficamos mais fortes, e tomamos coragem para modificar práticas que antes passavam despercebidas.

Esse feedback do cliente que está saindo é ideal para aparar as arestas do seu empreendimento, seja na parte dos funcionários, sabendo como motivar a equipe de trabalho, na parte da gestão empresarial, ou mesmo nos procedimentos executados.

 

PRÓXIMO PASSO

Depois de entendido o motivo para o cliente romper o contrato com a sua empresa, não se pode perder tempo lamentando, o mercado é dinâmico e não vai parar. É preciso tomar atitudes concretas que alterem os pontos que falharam.

  • Organização interna

Se a motivação do cliente foi baseada em algum erro referente a gestão da sua empresa, como por exemplo cobranças equivocadas repetitivas (ou outro erro financeiro) ou falta de comunicação com o prestador de serviço (até mesmo por falta de tempo), é importante ter em mente os benefícios de terceirizar sua contabilidade, sendo essa uma ótima saída para esses tipos de problemas.

Uma contabilidade em dia e organizada irá estabelecer um fluxo de caixa atualizado e coerente evitando erros no setor financeiro, além de deixar mais tempo livre para o empresário verificar a efetiva qualidade da prestação do serviço, conversar com os clientes para saber se há novas demandas, ou seja, se fazer mais presente na execução do serviço da sua empresa.

 

  • Capacitação da equipe de trabalho

Se o problema que ocasionou a saída do cliente foi referente a atitude de um ou de todos os funcionários é hora de pensar bem. E em qualquer dos casos, é sempre bom saber o Porque, quando e como demitir um funcionário.

Se foi um erro grosseiro de um funcionário, deve-se analisar a situação como um todo, observar os pontos positivos e negativos de manter esse trabalhador falando em nome da sua empresa.

Agora, se o problema é algo conjunto de toda equipe, deve-se ter mais atenção ainda, isso porque o funcionário é a cara da empresa, é ele que faz o contato direto com o cliente, que executa a ação propriamente dita. Se o quadro de funcionários está desmotivado ou não é capacitado o bastante, o problema é inteiramente do empresário.

Para resolver isso, ele tem o dever estudar sobre como treinar e capacitar sua equipe para melhores resultados ou mesmo elaborar instrumentos motivacionais para seus funcionários.

 

  • Modernização dos procedimentos

Em caso de problema de atraso na entrega do serviço também é preciso que o empresário lidere a empresa para resolver o problema. Modernizar os procedimentos significa investir em novos sistemas financeiros, novos softwares, novos recursos tecnológicos, enfim, em novas formar de prestar o serviço dependendo de sua especialidade.

Essa modernização é evidenciada quando o empreendedor procura seminários ou palestras que dizem respeito as últimas inovações da sua categoria. Uma maior eficiência na prestação desse serviço é necessária e faz com que a empresa seja capaz de atingir novos patamares de qualidade, podendo ampliar seus possíveis clientes e consequentemente sua receita.

 

  • Investimento no setor de marketing digital

Agora que os problemas já foram definidos e serão devidamente tratados, é preciso pensar em como recuperar o faturamento perdido e até mesmo ir além. A estratégia do marketing digital é ótima para pequenas e médias empresas, isso porque seu preço é bastante acessível e é um método que muito provavelmente trará dar resultados.

Com uma pequena quantia, é possível criar um site para o seu empreendimento, fornecendo informações de contato e sua localização. Além disso, a propagando no site Google é uma das que mais traz retorno, o fluxo de visualização é bem grande e a probabilidade de alguém da sua região interessado no seu produto procurar isso no Google é bem alta.

Obviamente existem vários assuntos importantes na questão de marketing, e o ideal é a contratação de uma empresa especializada nesse assunto para guiar seu empreendimento de uma forma sólida. Mas caso não seja acessível financeiramente, o marketing individual já trará um bom retorno!

 

CONCLUSÃO

Bom, como já exposto, o momento em que se perde um cliente deve ser encarado como uma oportunidade de maior profissionalização do seu empreendimento. É nessa situação que você como líder da empresa deve buscar alcançar novos objetivos e fortalecer ainda mais o seu nome no mercado.

Existem inúmeras soluções que podem ser dadas em cada caso concreto, a ser analisado a partir de cada particularidade. Mas resumidamente e de forma geral os pilares para o crescimento de uma empresa após esse momento delicado são: (1) focar na organização interna, (2) capacitação e motivação de sua equipe de trabalho, (3) busca constante por aprimoramento técnico e (4) estar antenado para as últimas tendências da sua área de atuação.

Dito isso, espero que você tenha aproveitado a leitura e que tenha enxergado uma ótima oportunidade em meio a toda essa difícil questão. Aproveitando, não deixe de conferir nosso artigo sobre como uma gestão contábil desorganizada pode afetar a sua empresa, e entenda a importância do contador no auxílio e embasamento das decisões do empreendedor!

Conheça nosso Site e veja um pouco mais sobre a contabilidade consultiva que prestamos! Curta também nossa pagina no Facebook e fique por dentro de todas as notícias do mundo empresarial!

Isso é tudo e até o próximo artigo!

Porque, quando e como demitir um funcionário?

Na vida de um gestor, há quem diga que o momento mais difícil é o de demitir alguém da equipe. Sem dúvidas existem alguns que podem ser os piores momentos para o micro-empresário e vai de cada um lidar com eles da melhor forma possível.

Mandar um funcionário embora, depois de todo esforço para o treinar e adequar aquela pessoa para determinado trabalho é bem complicado. Essa questão é ainda mais complexa quando falamos para micro-empresários, isso porque, compreendemos que em pequenas empresas, o vínculo patrão-empregado é algo bem próximo, muitas vezes até familiar.

Além disso, é indispensável saber que uma demissão gera custos para a empresa, existem diversos encargos trabalhistas que são devidos ao funcionário quando este é demitido sem justa causa. Mas manter um empregado desmotivado ou criando conflitos dentro do empreendimento acaba sendo muito mais custoso.

Por isso, como empresário de um pequeno negócio, é preciso analisar a situação e entender que em alguns casos esta é a melhor (e às vezes a única) forma de continuar no jogo.

Nesse sentido, achamos mais proveitoso dividir o tema em 3 pilares: por que, quando e como você deveria tomar essa decisão.

POR QUE?

Muito bem, para entender o porquê de demitir um ou vários membros da sua equipe é preciso primeiramente pensar nas seguintes duas situações: (1) estou demitindo porque o funcionários está atrapalhando a minha empresa a crescer ou (2) estou demitindo porque minha empresa está com problemas financeiros e devo cortar custos operacionais?

Tendo isso em mente, é possível traçar toda uma estratégia de demissão, e, principalmente, dos próximos passos que o seu empreendimento irá dar.

POQUE O FUNCIONÁRIO ESTÁ ATRAPALHANDO MINHA EMPRESA.

Como dito anteriormente, um funcionário desmotivado ou que cria conflitos dentro da equipe de trabalho influencia toda a produtividade da empresa e acaba por gerar prejuízos para o empreendedor, seja perdendo clientes ou simplesmente não entregando os resultados que se esperam dele.

Nesse sentido, é preciso observar alguns indícios de que está na hora de demitir o funcionário para que você elimine uma das coisas que podem atrapalhar o crescimento da sua empresa.

Os principais indícios podem ser:

  • Falta de comprometimento com os objetivos e metas do dia-a-dia.

Quando o empregado não está preocupado com resultado final de suas atividades, quando chega atrasado ou precisa ser lembrado de suas tarefas demonstrando um desinteresse, temos um problema.

Essas coisas acabam por influenciar todo o ambiente de trabalho e está na hora de uma conversa, se não for solucionado o problema, não há alternativa a não ser a demissão.

  • Conflito com demais membros da equipe.

Um empregado, por mais produtivo e diligente que seja, não pode em hipótese nenhuma criar rixas internas na equipe de trabalho.

Veja, não estamos falando aqui que todo funcionário deve ser o melhor amigo do outro, não é isso. Como seres humanos, desafetos podem e vão acontecer, mas isso deve ficar na esfera pessoal do indivíduo. Quando os problemas pessoais começam a dividir a equipe, a produtividade do negócio irá cair, e é o momento de demitir esse funcionário.

  • Dificuldade para realizar o trabalho (atrapalhando o restante da equipe).

Provavelmente essa é a demissão mais difícil, pois o empregado pode ser esforçado, uma boa pessoa, mas depois de muito treinamento, muita ajuda, ele ainda não consegue realizar o trabalho e acaba sobrecarregando o restante da equipe.

Nessa situação, o ideal é tentar realocar o funcionário para outro setor onde possa ser melhor aproveitado. Se isso não der jeito, a demissão é a única saída para o crescimento da empresa. É difícil mas é necessário.

Quando você demite por alguma dessas razões, você está pensando no melhor para o seu empreendimento. Demitir um funcionário é custoso, mas manter esses tipos de empregados atuando em nome da sua empresa, pode ser muito pior.

O cliente que procura seus produtos ou serviços, quer ser bem tratado, quer atenção, quer produtividade. Apenas um serviço de qualidade é indicado para conhecidos, e é assim que você deve imaginar o seu empreendimento, pelos olhos do cliente.

PORQUE MINHA EMPRESA ESTÁ MAL FINANCEIRAMENTE

Bom, se você está com problemas para fechar a folha de pagamento, se as despesas do seu negócio estão maiores que o seu lucro no final do mês com toda certeza existem problemas estruturais na sua empresa. Seja de logística de venda/prestação de serviço, seja no tamanho da sua folha de funcionários, seja no planejamento tributário ou na sua gestão financeira.

Esses, e muitos outros, são fatores que o empresário e principalmente o micro-empresário deve se preocupar antes mesmo de abrir o seu negócio. Entender como organizar o planejamento tributário da sua empresa e também como treinar e capacitar sua equipe de trabalho para ter bons resultados com uma equipe enxuta e econômica, pode ser o diferencial entre lutar para crescer no mercado e lutar para se manter no mercado.

Nesse sentido, é muito importante que você conheça os benefícios de terceirizar sua contabilidade e receber auxílio de profissionais capacitados para você tomar sempre a melhor decisão empresarial. O contador vai muito além de entregar guias de impostos para serem pagas, o contador é o braço direito do empresário, ajudando na análise dos indicadores financeiros, nas escolhas tributárias e muito mais!

O corte de gastos e um replanejamento logístico é fundamental para reerguer seu empreendimento, mas demitir um funcionário quando sua empresa não vai bem financeiramente pode ser a única forma de continuar no jogo.

Lembrando sempre que a demissão também gera gastos, por isso, é bom se preparar previamente para esses momentos (uma poupança empresarial ou outro investimento) e ter consciência dos próximos passos. Muito pior do que demitir um funcionário é ter que fechar as portas da empresa.

Portanto, podemos passar a próxima questão do texto: Quando, com qual urgência é preciso demitir o funcionário?

QUANDO?

Depois de todo esse explanado sobre os motivos que levam a demissão de um funcionário, você já tem condições de entender qual o nível de urgência de determinadas demissões.

Se a empresa vai mal nas finanças, e a única forma de continuar existindo é cortando gastos e realocando funções e recursos, ora, a demissão é mais que urgente, é caso de sobrevivência.

E claro, nessa situação, apenas demitir o funcionário não irá resolver muita coisa, sempre é preciso pensar além, ver o próximo passo, quais os próximos objetivos da empresa. E para isso, saber quais indicadores financeiros você precisa analisar é fundamental, também já foi elucidado aqui, a importância de uma contabilidade consultiva, que estrutura a empresa para agir sempre dentro da legalidade e a crescer no mercado.

Agora, se a demissão é motivada pelo empregado estar atrapalhando o crescimento da empresa, o momento de demitir depende apenas da vontade que o empresário tem de expandir seu empreendimento. Quanto mais cedo ele tomar essa decisão, e enfrentar essa difícil conversa, menos prejuízo e menos problemas ele terá.

Por isso, tudo vai depender da visão empresarial que o gestor tem, se entender que perder clientes, atrasar atividades, deixar o lucro ir embora é inaceitável. O gestor irá rapidamente resolver a situação.

Restando apenas o mais complicado tópico do tema, quando se decide o motivo e o momento em que a demissão deve ser feita, entra em pauta: Como demitir um funcionário?

COMO?

Com base em mais de 35 anos de experiência no mercado contábil, gerenciando um escritório com vários contadores e vários outros funcionários, a questão de demitir empregados sempre esteve presente.

Por se tratar de um escritório relativamente pequeno, a minha relação com os funcionários sempre foi muito próxima, ora, também não é para menos, passamos horas e mais horas dos nossos dias realizando tarefas e trocando informações. É claro que vínculos são criados e amizades são feitas.

Nesse sentido, a demissão é um momento que nunca fica fácil. Me lembro bem até hoje, da conversa mais difícil que já tive em minha carreira, foi justamente demitindo um antigo colega que trabalhava comigo a mais de 10 anos. Foi realmente muito complicado.

Além dessa experiência, já enfrentei o assunto diversas vezes a ponto de acreditar que consigo entender meus erros e mostrar a melhor forma que encontrei para passar por esse momento.

Bom, aqui vão algumas sugestões:

  • Estabeleça um time coeso

Quando me refiro a um time coeso, estou me referindo a um time unido. Passe segurança para seus empregados, deixe eles perceberem que o chefe é uma pessoa acessível, com quem eles podem contar.

Como gestor, é muito importante saber como motivar a equipe de trabalho e com certeza é satisfatório trabalhar em um lugar no qual você sabe que o empregador irá fazer todo o possível para deixar um ambiente de qualidade e aprazível para o trabalho, isso trará respeito e confiança.

Isso é importante para o momento da demissão porque (se colocando no lugar o empregado) nunca é fácil ser demitido, mas, é menos pior quando é por alguém que você respeita e tem confiança de que tudo que é devido será pago.

  • Conversa cara a cara

Nada de recorrer aos meios eletrônicos para tentar escapar dessa conversa, nada substitui um encontro pessoal com o funcionário. É preciso que a conversa seja pessoal, um gestor precisa encarar os empregados que está demitindo, não só para passar credibilidade e segurança sobre a sua decisão, mas também para que o funcionário entenda corretamente as razões que levaram a essa decisão.

  • Claro e direto!

A “bomba” deve ser lançada logo nos primeiros instantes da reunião, ficar fazendo outros comentários só vai deixar o funcionário mais nervoso e ansioso. Quando ele se sentar na cadeira já diga “me desculpe, mas teremos que te dispensar”.

Faça essa parte do anúncio ser a mais breve possível, deixe claro que essa é a sua decisão e explique os motivos que o levaram a isso, e já trate de dar andamento à conversa sobre os próximos passos da demissão (verbas rescisórias, direitos trabalhistas…).

  • Motivar sua decisão

Com certeza você deve dizer ao funcionário o que motivou essa tomada de decisão. Isso trará um feedback para o empregado dos seus pontos negativos ou se a empresa não vai bem, dando mais um embasamento para ele entender a situação.

  • O que a empresa e o que você farão por ele

Em questão empresarial, é importante já contar com os dados e números em mãos para passar ao funcionário as cifras corretas do quanto lhe é devido a título de rescisão, direitos trabalhistas, como será feito com o plano de saúde/odontológico… Enfim, dar a base legal de como essa demissão será feita.

Já em nível pessoal, se for um bom funcionário e você estiver mandando ele embora pelo fato da empresa não estar bem financeiramente, é interessante se propor a ajuda-lo a ser introduzido em outras empresas, estar disposto a dar boas referências, essas coisas.

Diante de todo o exposto, podemos ter certeza de uma coisa: não é nada fácil essa história de demissão. É preciso pensar em muitos fatores sobre esse assunto e principalmente o próximo passo da empresa.

Por isso é importante saber como a contabilidade trabalhista pode ajudar sua empresa nesse momento. Tratar tudo dentro da legalidade e manter o nível de respeito são fundamentais para um empreendimento dar certo, afinal de contas, mesmo que agora o funcionário esteja sendo demitido nós nunca sabemos o dia de amanhã, e pode ser que essa mesma pessoa vire um parceiro comercial daqui alguns anos, nunca se sabe.

Por isso, sempre tratar o empregado com respeito e atenção, ele é parte fundamental no seu sucesso!

Espero que tenha aproveitado a leitura, e se quiser conhecer mais sobre a contabilidade consultiva e como ela pode auxiliar o crescimento da sua empresa, entre em nosso site ou Facebook e converse com a gente! Tenho certeza que temos um plano de crescimento empresarial que se encaixará com suas metas e objetivos!

Os 5 piores momentos para o micro-empresário

Ser empresário no nosso país não é nada fácil, disso, todos nós sabemos. E não é só pela gigantesca carga tributária ou pela dificuldade de combater a concorrência, a atividade empresarial exige coragem, criatividade e força de vontade.

É fato que existem dias bons, dias ruins e alguns ainda piores.

Como dono do seu próprio empreendimento é necessário estar preparado para enfrentar dias complicados, driblar coisas que atrapalham o crescimento da sua empresa e resolver situações delicadas, nas quais será preciso muito jogo de cintura e postura firme. O que é inerente ao cargo de liderança.

Mas não desanime, são nessas dificuldades que o empresário de sucesso se forma, na tomada de decisão adequada ao momento, o tempo certo de arriscar mais e buscar algo maior. É nesse momento que o seu empreendimento irá crescer e prosperar.

Nesse sentido, será exposto no texto que segue, algumas maneiras de se lidar com os piores momentos possíveis que podem acontecer com um pequeno empreendedor que está galgando os primeiros passos de sua caminhada.

1 – A demissão de um funcionário.

Em grandes empresas, o processo de demitir um funcionário é rápido e feito quase diariamente, existe um setor de RH específico responsável por essas mudanças de pessoal. Demissões em grupos e contratações em escala são comuns.

Contudo, em uma empresa de pequeno porte, normalmente, o empregado é uma pessoa próxima do empregador. Existe uma ligação pessoal entre eles, o que torna o ato de demitir alguém, algo complicado e delicado.

No nosso escritório, tivemos que passar por isso algumas vezes, e nunca foi algo tranquilo de ser feito. Certa vez, não vi escolha em demitir um funcionário de mais de 10 anos de convivência. Sem dúvida foi uma das conversas mais difíceis da minha carreira.

A maneira “menos pior” de enfrentar esse momento, é ser o mais direto e franco possível com o funcionário, explicar as motivações para tal atitude e não demorar muito. Quanto mais breve for a conversa, melhor será.

Além disso, não se deve colocar as emoções e gostos pessoais nesse diálogo. É importante não falar frases como “isso é difícil para mim”, “não queria ter que fazer isso”… Isso apenas torna mais pessoal tudo o que está acontecendo (e se é difícil para você, imagine para a pessoa que perde a renda).

Lembre-se: rápido, claro e direto.

2 – Não ter capacidade de captar aquele cliente (ou ser trocado pelo concorrente).

Na jornada das empresas prestadoras de serviço, conseguir a sua carteira de clientes é uma das principais metas do empresário. Saber que todo mês aquele cliente irá render lucros traz estabilidade e confiabilidade para seu empreendimento.

Contudo, é comum chegar o dia em que um ótimo cliente irá procurar os seus serviços e você se dará conta de que não tem capacidade (seja técnica, seja em questão de mão-de-obra ou estrutural) para atender esse cliente específico.

E pode acreditar, a sensação de impotência é perturbadora! Se dar conta de que não consegue resolver um problema da sua área de atuação é bastante frustrante.

Mas pior do que isso, é receber a notícia de que um cliente encerrou o contrato para contratar uma outra empresa do seu ramo. É realmente horrível ter seu trabalho trocado por o de outra pessoa.

Contudo, esse momento deve ser encarado de forma a estimular e determinar o empresário a crescer e alcançar novos objetivos. Solucionar suas pendências, qualificar sua equipe, investir no seu próprio empreendimento.

3 – Não ter dinheiro para fechar a folha de pagamento do mês.

A gestão financeira é o coração pulsante do empreendimento, se o empresário for descuidado ou amargar uma crise sem estar devidamente preparado, terá o desprazer de não possuir dinheiro para fechar a folha de pagamento de seus funcionários.

Quando isso acontece, é preciso deixar claro que se trata de uma luz vermelha de “PERIGO” piscando, isto porque, se não consegue fechar as contas para pagar sua mão de obra, significa que o fluxo de caixa da empresa não está organizado e precisa de uma ajuda profissional urgente!

Para evitar essa situação, existem várias maneiras, e a melhor delas sem dúvida é a prevenção! Isto porque, independentemente do tamanho da empresa, as contas e os custos de operação sempre devem ser proporcionais ao fluxo de entrada de capital. Ou seja, a organização, a ponta do lápis e o papel podem livrar o gestor de uma tremenda enrascada!

O mais indicado, para todo tipo de empreendedor, é possuir o auxílio de um profissional da contabilidade para ajudar a saber quais indicadores financeiros você precisa analisar para manter a saúde da empresa. Pois assim, esse problema de fechamento de folha de pagamento não será um problema.

4 – Primeiro processo judicial.

Essa é uma situação bem diferente para o empresário. Isso porque, normalmente, empreendedores não tem familiaridade com a questão processual e evitam a tudo custo enfrentar esse problema. Entretanto, nem sempre isso é possível, e como uma empresa mantem relação com diversas pessoas (sejam físicas ou jurídicas) mais cedo ou mais tarde essa situação poderá ocorrer. E como prega o ditado popular “para tudo existe uma primeira vez”.

Nesse contexto, o empresário pode estar em duas posições, ou ele está processando algum cliente/fornecedor/funcionário, ou está sendo processado por um desses (não abordaremos aqui problemas com a Receita Federal ou com a Justiça criminal).

No mercado, os processos judiciais mais comuns de serem enfrentados por uma empresa são baseados em duas leis: Direito do trabalho e direito do consumidor.

Em qualquer uma dessas situações, além de obviamente ter um bom advogado, entendido de processo civil ou das novidades trabalhistas é muito importante que a empresa possua um lastro probatório robusto (provas). Por isso uma importante dica: Nada é feito em palavras. Cada contrato, cada venda, cada compra e cada relação empresarial deve ser colocada em papel e devidamente documentada!

Com isso, sua passagem pelas cadeiras do poder judiciário será mais tranquila e com maior probabilidade de sucesso.

5 – Ter que fechar as portas.

Esse com certeza é o maior medo de todo empresário! Abrir e manter uma empresa exigem dedicação, organização e muita força de vontade. Fazer ela crescer e prosperar, exigem ainda mais visão de mercado, espírito empreendedor e disposição para enfrentar muitos problemas que podem atrapalhar sua empresa.

É interessante falar, que, segundo uma pesquisa realizada pela Revista Exame: “em média, 25% das pequenas e médias empresas no Brasil fecham suas portas com apenas dois anos de atividade, sendo que com cinco anos este índice aumenta para mais de 50%”.

Sem dúvida, existem infinitos motivos que levam uma empresa a fechar as portas, mas dentre eles, nós podemos afirmar que uma gestão contábil desorganizada e uma gestão financeira confusa são alguns dos principais.

Por isso, antes mesmo de abrir a empresa são necessários muitos cuidados tributários, um bom planejamento, um forte estudo de mercado e diversos outros fatores. Nesse sentido, saber como não errar na hora de escolher um escritório de contabilidade é fundamental nesse início de caminhada se você quiser ir longe, é esse profissional que vai indicar a melhor formar de tributação da sua empresa, é ele que irá indicar quanto é o suficiente para gastar com a folha de pagamento, com estoque de mercadoria, com investimento no imóvel…

Estes e muitos outros indicadores são absurdamente importantes para o empresário tomar decisões e fazer o seu negócio prosperar. Com um bom cuidado, e um gestor diligente, engajado nas novidades do mercado, com certeza a empresa só tem a crescer.

 

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